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    RDS | Investigação Defensiva & Perícia OSINT — Rogério Souza (@RDSWEB) RDS · @RDSWEB · Investigação Digital Defensiva Prova digital que resiste ao contraditório. "Quem não controla a informação, vira alvo dela." Investigação defensiva, OSINT, CTI e SOCMINT aplicados à defesa técnica — para advogados, departamentos jurídicos e compliance corporativo. Falar no WhatsApp Ver no LinkedIn Perfil Sobre Rogério
     

A Investigação Digital




RDS | Investigação Defensiva & Perícia OSINT — Rogério Souza (@RDSWEB)
RDS · @RDSWEB · Investigação Digital Defensiva

Prova digital que resiste ao contraditório.

"Quem não controla a informação, vira alvo dela." Investigação defensiva, OSINT, CTI e SOCMINT aplicados à defesa técnica — para advogados, departamentos jurídicos e compliance corporativo.

Perfil

Sobre Rogério Souza (RDS)

Toda decisão estratégica nasce da mesma pergunta: quem sabe mais, decide primeiro. Rogério Souza atua na linha de frente da ciberinteligência, cibersegurança e contraespionagem, transformando dados dispersos em vantagem decisória para quem não pode se dar ao luxo de ser surpreendido.

Com especialização em Segurança da Informação pela ULT Grupo América, construiu sua trajetória em parceria com a MPSafe CyberSecurity & CounterEspionage e com atuação junto ao CIASC — Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina, somando-se a diversos cases de sucesso em investigação digital, due diligence e proteção de marca para clientes corporativos e jurídicos. Opera como Analista de Open Source Intelligence (OSINT) — planejando e conduzindo operações de coleta de informação, mitigação de risco e produção de inteligência estratégica nas frentes política, militar, econômico-financeira, criminal, social e de contrapropaganda. Para o C-level, isso se traduz em cenários antecipados antes de virarem crise, leitura profunda do ambiente competitivo e decisões blindadas por inteligência verificável — não por achismo.

Sua trajetória inclui vivência em cyber comando privado, com estágio internacional e participação em operações globais de caráter cibernético, antecipando e neutralizando anormalidades, crimes cibernéticos e ataques, com identificação de agentes e grupos. Atua na instrução de fontes abertas (OSINT) e, a convite, apoia ações de polícia e agências governamentais nacionais e internacionais — um nível de confiança que poucos profissionais do mercado carregam.

Faz parte do time de instrutores do Criminal Player, a maior comunidade de direito criminal do Brasil, formando advogados e profissionais do direito em investigação digital, prova técnica e metodologia OSINT aplicada ao processo penal. É autor de curso e apresentação técnica sobre Open Source Intelligence (OSINT), utilizada como material de referência para formação de investigadores e defensores técnicos.

Sua atuação é construída em rede: parcerias recorrentes com advogados criminalistas, peritos e demais profissionais de cybersecurity, CTI, InfoSec e SOCMINT para a resolução conjunta de casos complexos — combinando profundidade técnica investigativa com defensibilidade jurídica em cada entrega.

Tem experiência consolidada em compliance e mitigação de risco, apoiando empresas e escritórios na antecipação de exposições reputacionais, regulatórias e probatórias antes que se tornem contencioso. Atendimento 100% virtual, para todo o Brasil.

Atuação

Frentes de Investigação Defensiva

Processo Penal

Investigação defensiva

Coleta e análise técnica de provas favoráveis à defesa, com metodologia documentada e rastreável, pronta para o contraditório.

Perícia

Cadeia de custódia digital

Preservação e documentação de evidências digitais com integridade probatória, do primeiro contato ao laudo final.

Inteligência

OSINT, CTI & SOCMINT

Inteligência de fontes abertas, ciclo formal de inteligência e Diamond Model aplicados a investigações e due diligence.

Formação

Treinamento jurídico e institucional

Capacitação de advogados e forças de aplicação da lei em investigação digital, via Criminal Player e programas próprios.

Corporativo

Compliance & mitigação de risco

Due diligence, identificação de exposição digital e planos de mitigação antes da judicialização ou crise reputacional.

Colaboração

Rede multidisciplinar

Atuação conjunta com advogados, peritos e especialistas em cybersecurity/infosec para casos de alta complexidade.

Impacto Organizacional

Por que investigação defensiva importa para a empresa

CEO / BoardContinuidade e risco reputacional sob controle antes de virar manchete.
JurídicoProvas tecnicamente defensáveis e aderentes à LGPD.
ComplianceDue diligence e evidência estruturada para decisões regulatórias.
CFOExposição financeira mapeada antes da escalada do litígio.
AuditoriaRastreabilidade de evidências e cadeia de custódia documentada.
RHIdentificação de risco interno com abordagem discreta e legal.
Credenciais

Formação e Trajetória

  • Especialização em Segurança da Informação — ULT Grupo América
  • Ciberinteligência, Cibersegurança e Contraespionagem — em parceria com a MPSafe CyberSecurity & CounterEspionage
  • Atuação junto ao CIASC — Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina
  • Diversos cases de sucesso em investigação digital, due diligence e proteção de marca para clientes corporativos e jurídicos
  • Instrutor de investigação digital — Criminal Player (maior comunidade de direito criminal do Brasil)
  • Autor de curso e apresentação técnica sobre OSINT (RDSWEB)
  • Estágio internacional em cyber comando privado e operações globais de inteligência proativa
  • Rede de colaboração com advogados, peritos e especialistas em CTI/InfoSec/SOCMINT
Dúvidas

Perguntas Frequentes

O que é investigação defensiva?

É a coleta, análise e documentação técnica de provas digitais e de fontes abertas a favor da defesa em processos judiciais, administrativos ou de compliance, sempre observando cadeia de custódia e legalidade probatória.

Como o OSINT é usado como prova técnica em um processo?

Dados publicamente disponíveis são coletados, correlacionados e documentados com metodologia rastreável, permitindo que o laudo seja submetido ao contraditório e resista a questionamentos técnicos da parte contrária.

O atendimento é presencial?

Não. O atendimento é 100% virtual, para advogados, escritórios e empresas em todo o Brasil, via WhatsApp e videochamada.

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    Tutorial: Implantando Governança de Identidade Não-Humana | RDS @RDSWEB RDS // intelligence & digital investigation @RDSWEB LinkedIn Facebook Tutorial / Implantação / Governança de IA A Hipótese 3 do nosso raio-x sobre o que o CEO quer da segurança da informação apontava um vácuo real: agentes de IA, bots e service accounts operando com privilégio que ninguém formalmente concedeu. Aqui está o passo a passo para fechar esse vác
     

Quer um diagnóstico da exposição real da sua empresa?

Tutorial: Implantando Governança de Identidade Não-Humana | RDS @RDSWEB
RDS // intelligence & digital investigation
Tutorial / Implantação / Governança de IA

A Hipótese 3 do nosso raio-x sobre o que o CEO quer da segurança da informação apontava um vácuo real: agentes de IA, bots e service accounts operando com privilégio que ninguém formalmente concedeu. Aqui está o passo a passo para fechar esse vácuo antes que ele vire incidente — ou processo.

Nível: Implantação prática Público: CISO, TI, Compliance, Jurídico Pré-requisito: Inventário de sistemas e diretório de identidade existente

Por que "identidade não-humana" virou perímetro

Todo controle de acesso corporativo foi desenhado em torno de uma premissa: existe uma pessoa do outro lado do login. Essa premissa quebrou. Hoje um agente de IA pode abrir chamado, consultar banco de dados, aprovar fluxo, gerar relatório e se comunicar com outro sistema — sem que ninguém tenha preenchido formulário de acesso, assinado termo de responsabilidade ou passado por processo de desligamento quando o projeto acabou.

Isso não é uma falha de ferramenta. É a ausência de um processo formal de ciclo de vida para um tipo de identidade que a maioria das políticas de segurança brasileiras simplesmente não prevê ainda. O objetivo deste tutorial é fechar esse vácuo com um processo replicável, não com mais uma licença de software.

Atenção: antes de qualquer ferramenta, o problema aqui é de processo e responsabilidade. Comprar uma plataforma de gestão de identidade não resolve nada se ninguém for dono do ciclo de vida do agente.

O passo a passo

Passo 1 — Descoberta (encontre o que você não sabe que existe)

Faça o inventário de identidades não-humanas em produção

Antes de governar, é preciso enxergar. Levante, sistema por sistema, toda credencial que não pertence a uma pessoa física: chaves de API, service accounts, tokens OAuth de integração, webhooks, copilotos plugados em ferramentas de produtividade, agentes autônomos e bots de automação (RPA). Cruze três fontes: o diretório de identidade (Active Directory / Azure AD / Okta), os logs de acesso das plataformas SaaS críticas, e o cofre de segredos (secrets manager), se existir.

Em paralelo, rode uma varredura de Shadow AI: pergunte a cada gestor de área, por escrito, "quais ferramentas de IA sua equipe usa hoje que não passaram pela aprovação de TI?". A resposta honesta costuma revelar mais do que qualquer scanner técnico.

Por que isso importa: pesquisas com CISOs de grandes empresas mostram que a maior parte das identidades de IA hoje em produção nunca passou por aprovação formal — elas simplesmente apareceram junto com a adoção orgânica de ferramentas.
Passo 2 — Classificação (nem toda identidade carrega o mesmo risco)

Classifique cada identidade não-humana por criticidade de acesso

Construa uma matriz simples com três eixos: o que o agente acessa (dado pessoal, dado financeiro, propriedade intelectual, sistema operacional crítico), o que ele pode fazer (só ler, ou também escrever/executar/aprovar) e quem é o dono humano responsável por aquele agente dentro da organização. Todo agente sem dono humano identificado entra automaticamente na categoria de risco mais alta até ser regularizado.

Nível 1 — Leitura de dado público / interno não sensível
Nível 2 — Leitura de dado sensível ou pessoal (LGPD)
Nível 3 — Escrita/execução em sistema operacional
Nível 4 — Aprovação financeira, jurídica ou decisória
Nível 5 — Acesso irrestrito / privilégio administrativo
Por que isso importa: sem classificação, toda a governança vira burocracia genérica aplicada igualmente a um bot de FAQ e a um agente com acesso a folha de pagamento — o que garante que ninguém leve a política a sério.
Passo 3 — Menor privilégio (corte o que sobra)

Aplique privilégio mínimo e segregação de função também para agentes

Nenhum agente de IA deveria ter, por padrão, mais acesso do que a tarefa específica exige. Revogue permissões herdadas "por conveniência" no momento da criação e substitua credenciais compartilhadas por credenciais únicas e escopadas por agente — nunca uma chave de API genérica reutilizada em cinco automações diferentes. Sempre que possível, separe o agente que dado do agente que age sobre esse dado.

Por que isso importa: a maior parte dos incidentes envolvendo automação não vem de invasão externa — vem de um agente que tinha permissão de sobra sendo usado (por erro ou por ataque) fora do escopo para o qual foi criado.
Passo 4 — Ciclo de vida formal (nasce, muda, morre)

Trate cada agente como um funcionário com admissão, mudança de cargo e desligamento

Formalize três momentos obrigatórios: provisionamento (todo novo agente exige solicitação registrada, dono humano nomeado e justificativa de acesso), revisão periódica (a cada 90 dias, o dono confirma por escrito que o agente ainda é necessário e que o escopo de acesso continua correto) e desligamento formal (quando o projeto termina, o time muda ou a ferramenta é substituída, a credencial é revogada no mesmo dia — não "quando alguém lembrar").

Por que isso importa: a maioria das credenciais comprometidas em incidentes reais não são credenciais ativas sendo mal usadas — são credenciais de projetos encerrados que ninguém desligou.
Passo 5 — Monitoramento contínuo (comportamento, não só acesso)

Monitore o comportamento do agente, não apenas se ele tem permissão

Ter acesso autorizado não significa comportamento normal. Estabeleça uma linha de base de comportamento esperado para cada identidade não-humana (volume de chamadas, horário de execução, escopo de dado tocado) e alerte sobre desvios: um agente que normalmente consulta 200 registros por dia e de repente consulta 40 mil merece investigação, mesmo estando dentro da permissão técnica que possui.

Por que isso importa: em ataques que sequestram credenciais legítimas, o comportamento anômalo costuma aparecer semanas antes de qualquer alerta tradicional de segurança disparar.
Passo 6 — Auditoria e evidência (documente para o Jurídico e o Conselho)

Produza evidência formal de que o processo existe e está sendo seguido

Mantenha registro auditável de cada decisão: quem aprovou o acesso, quando foi revisado pela última vez, e quando foi revogado. Esse não é um exercício burocrático — é exatamente o tipo de evidência de diligência prévia que protege administradores de responsabilização pessoal em caso de incidente, sob a LGPD e sob o Marco Civil da Internet.

Por que isso importa: em qualquer investigação pós-incidente, a pergunta decisiva não é "o ataque foi sofisticado?" — é "a organização conseguia demonstrar controle sobre quem/o que tinha acesso ao dado comprometido?".

Matriz de responsabilidade sugerida

EtapaResponsável sugeridoFrequência
Descoberta e inventárioTI / Segurança da InformaçãoContínua, com varredura formal trimestral
Classificação de riscoSegurança da Informação + área de negócio dona do agenteNo provisionamento e a cada mudança de escopo
Aprovação de acessoGestor da área + Segurança da InformaçãoNo provisionamento
Revisão de privilégioDono humano do agenteA cada 90 dias
DesligamentoTI, mediante confirmação do donoImediato ao fim do uso
Auditoria e evidênciaCompliance / Auditoria internaSemestral

O que isso significa sob a lei brasileira

Base legal para justificar o investimento internamente
  • LGPD — um agente de IA com acesso não governado a dado pessoal é, na prática, um ponto de tratamento de dado sem controlador claro, o que agrava a responsabilização em caso de incidente.
  • Marco Civil da Internet — a guarda de registros de acesso e uso precisa contemplar também identidades não-humanas, sob pena de lacuna probatória em investigação futura.
  • Resolução BCB nº 493/2025 — para empresas do setor financeiro, gestão de risco cibernético de terceiros e de automações já é exigência regulatória explícita, não boa prática opcional.

Checklist rápido de implantação

  • Inventário completo de identidades não-humanas concluído e validado com gestores de área
  • Matriz de classificação de risco aplicada a cada agente identificado
  • Todo agente sem dono humano nomeado foi regularizado ou desativado
  • Processo formal de provisionamento e desligamento documentado e comunicado
  • Linha de base de comportamento estabelecida para agentes de risco alto
  • Evidência de revisão periódica armazenada para consulta de auditoria e Jurídico

Quer um diagnóstico da exposição real da sua empresa?

RDS conduz levantamento de identidades não-humanas, due diligence digital e produção de evidência técnico-jurídica para blindagem de Conselho, Compliance e Jurídico — atendimento 100% virtual, sem deslocamento.

Uma produção de RDS @RDSWEB — inteligência cibernética, OSINT e investigação digital defensiva. Acompanhe também no Facebook OSINT Brasil.

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