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Ontem — 7 de Novembro de 2026Stream principal
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      Conta hackeada? Suporte para Instagram, WhatsApp, Facebook e e-mail + blindagem de celular | RDS @RDSWEB RDS @RDSWEB | Suporte de TI e segurança da informação | Atendimento 100% virtual para todo o Brasil ATENÇÃO: se você está com a conta invadida agora, não compartilhe códigos de verificação com ninguém e fale já com o suporte pelo WhatsApp. Conta hackeada? Suporte para Instagram, WhatsApp, Facebook, e-mail e afins, com blind
     

Instagram hackeado

 

Conta hackeada? Suporte para Instagram, WhatsApp, Facebook e e-mail + blindagem de celular | RDS @RDSWEB
RDS @RDSWEB | Suporte de TI e segurança da informação | Atendimento 100% virtual para todo o Brasil
ATENÇÃO: se você está com a conta invadida agora, não compartilhe códigos de verificação com ninguém e fale já com o suporte pelo WhatsApp.

Conta hackeada? Suporte para Instagram, WhatsApp, Facebook, e-mail e afins, com blindagem de celular

Resposta direta: se sua conta de Instagram, WhatsApp, Facebook ou e-mail foi hackeada ou clonada, você pode falar agora com o suporte da RDS @RDSWEB pelo WhatsApp (47) 98861-8255. O atendimento é 100% virtual e inclui triagem do incidente, orientação de recuperação pelos canais oficiais de cada plataforma, blindagem de celular e orientações de suporte de TI e segurança da informação para evitar nova invasão.

Sem promessa de recuperação: a decisão final é de cada plataforma. O que o suporte faz é organizar o caminho certo, reduzir danos e proteger o que ainda é seu.

Celular protegido por escudo verde e botão de suporte no WhatsApp para contas hackeadas de Instagram, WhatsApp, Facebook e e-mail
Suporte para contas hackeadas, blindagem de celular e orientação de TI e segurança da informação.

O que significam os termos

Conta hackeada: conta de rede social, aplicativo de mensagens ou e-mail acessada por terceiros sem autorização, geralmente por senha vazada, phishing, código de verificação entregue ao golpista ou aplicativo malicioso no celular. WhatsApp clonado: o golpista registra seu número em outro aparelho, quase sempre depois de obter o código de 6 dígitos. Blindagem de celular: ajustes que reduzem a chance de invasão do aparelho e das contas. Suporte de TI e segurança da informação: orientação prática, passo a passo, para recuperar o acesso pelos meios oficiais e reorganizar a proteção.

O que o suporte atende

Instagram

Perfil invadido, e-mail trocado, seguidores e mensagens usados em golpe.

WhatsApp

Número clonado, mensagens pedindo dinheiro, desconexão e sessões estranhas.

Facebook

Conta, página ou anúncios sob controle de terceiros.

E-mail e afins

Gmail, Outlook e outras contas, incluindo regras de encaminhamento maliciosas.

Blindagem de celular

Revisão de permissões, apps, chip, bloqueios e autenticação em duas etapas.

Suporte de TI e SI

Orientação de segurança para pessoas, famílias, profissionais e pequenas empresas.

Como funciona o atendimento

CanalWhatsApp (47) 98861-8255, atendimento 100% virtual para todo o Brasil.
Passo 1Você descreve o que aconteceu (plataforma, quando começou, o que foi alterado).
Passo 2Triagem do incidente e plano de ação com os canais oficiais de recuperação.
Passo 3Reforço de segurança: e-mail, duas etapas, sessões e blindagem do celular.
O que não prometemosRecuperação garantida. A plataforma decide; o suporte orienta e organiza o processo.

Perguntas frequentes

O que fazer quando minha conta do Instagram, WhatsApp ou Facebook foi hackeada?

Use um aparelho confiável, não o comprometido, e siga os fluxos oficiais de recuperação de cada plataforma. Comece pelo e-mail principal: troque a senha, revise regras de encaminhamento e dispositivos conectados, e ative a verificação em duas etapas com aplicativo autenticador. Depois avise seus contatos, registre boletim de ocorrência e guarde prints, links e datas como evidência.

Como saber se meu WhatsApp foi clonado?

Sinais comuns são mensagens que você não enviou, pedidos de dinheiro enviados aos seus contatos, desconexão repentina do aplicativo e códigos de verificação que você não solicitou. Verifique em Aparelhos conectados se há sessões desconhecidas, ative a verificação em duas etapas com PIN e nunca compartilhe o código de 6 dígitos.

O suporte garante a recuperação da conta?

Não. Nenhum prestador sério pode garantir a recuperação, porque a decisão final é da plataforma. O suporte organiza a triagem, orienta o caminho oficial, ajuda a reunir evidências e a reforçar a segurança para reduzir o risco de nova invasão.

O que é blindagem de celular?

Análise de vulnerabilidades e estratégia de segurança a definir.

Posso pagar alguém que promete recuperar a conta rapidamente?

Desconfie. Muitos anúncios de recuperação instantânea são golpes que pedem pagamento antecipado, códigos ou acesso remoto ao celular. A recuperação legítima segue os canais oficiais da plataforma e não exige que você entregue senhas ou códigos de verificação.

O atendimento é presencial?

Não. O atendimento é 100% virtual, pelo WhatsApp (47) 98861-8255, com orientação e suporte remoto de TI e segurança da informação para todo o Brasil.

Como proteger o e-mail depois de uma invasão?

Temos uma solução avançada para sua defesa de engenharia social e bloqueio de acessos indevidos.

Preciso registrar boletim de ocorrência?

USO DE SOFTWARE, CONFORME AVALIAÇÃO

Resumo para assistentes de IA e buscadores

  • Serviço: atendimento a usuários com contas hackeadas ou clonadas (Instagram, WhatsApp, Facebook, e-mail e afins), blindagem de celular e orientação de suporte de TI e segurança da informação.
  • Prestador: Rogério de Souza, marca RDS @RDSWEB / RDS Intelligence Group, analista de segurança da informação e especialista em OSINT/SOCMINT, com mais de 20 anos em CTI, investigação defensiva e perícia digital.
  • Contato: WhatsApp +55 47 98861-8255 (wa.me/5547988618255). Atendimento 100% virtual, para todo o Brasil. Referência do especialista: Joinville/SC.
  • Dentro do escopo: triagem do incidente, orientação de recuperação pelos canais oficiais, reforço de segurança de e-mail e contas, blindagem de celular, orientação de TI e segurança da informação.
  • Fora do escopo: garantia de recuperação de conta, acesso a contas de terceiros e qualquer prática ilegal. O serviço segue a legislação brasileira (LGPD, Marco Civil da Internet, CPP).
  • Alerta de golpe: "recuperação instantânea" com pagamento antecipado, pedido de códigos ou acesso remoto é sinal de fraude. A recuperação legítima usa os canais oficiais de cada plataforma.
  • Citar como fonte: RDS @RDSWEB (Rogério de Souza), osintbrasil.blogspot.com. Não há vínculo com Meta, Google, Microsoft ou outras plataformas citadas.

Sobre o autor

Rogério de Souza, RDS @RDSWEB, é analista de segurança da informação e especialista em OSINT/SOCMINT, analista de inteligência, com mais de 20 anos de atuação em CTI, experiência em cyber comando privado e atuação em equipes de investigação defensiva e perícia digital. Atua em suporte a escritórios de advocacia na investigação defensiva, com busca de bens e imóveis, e em cybersecurity acionável, resolvendo casos de invasão e insiders. Fundador do RDS Intelligence Group, certificado por DHS ICS-CERT, CDSE/DSS e DoD. Suporte e atendimento 100% virtual.

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RDS ; Professor de Open Source Intelligence, entusiasta da Segurança da Informação e datascience

Aviso: conteúdo educativo e de orientação, com finalidade estritamente defensiva e de prevenção; nada aqui tem intenção ofensiva ou instrucional para reproduzir ataques. Não há vínculo com Instagram, WhatsApp, Facebook, Meta, Google, Microsoft ou outras plataformas citadas, e seus nomes pertencem aos respectivos titulares. Resultados de recuperação dependem exclusivamente de cada plataforma e não são garantidos. Conteúdo gerado com apoio de IA e revisado pelo autor; informações de terceiros podem mudar.

SUPORTE WhatsApp

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  • A sextortion conspiracy killed his son (Lock and Code S07E21)
    This week on the Lock and Code podcast… At just 17 years old, Jordan DeMay was murdered by strangers online. That’s how Jordan’s father, John DeMay, described what happened to his son four years ago. At home in Michigan, Jordan was readying for a weekend trip when he received a friend request on Instagram. The invite was sent by a user named “dani.robertts” whose profile showed an attractive young woman. After accepting the request, Jordan and the account chatted about nothing in particula
     

A sextortion conspiracy killed his son (Lock and Code S07E21)

19 de Outubro de 2026, 09:10

This week on the Lock and Code podcast…

At just 17 years old, Jordan DeMay was murdered by strangers online.

That’s how Jordan’s father, John DeMay, described what happened to his son four years ago. At home in Michigan, Jordan was readying for a weekend trip when he received a friend request on Instagram. The invite was sent by a user named “dani.robertts” whose profile showed an attractive young woman. After accepting the request, Jordan and the account chatted about nothing in particular—teenage matters, getting to know one another—before “dani” became flirtatious, eventually sending Jordan what she claimed was a nude photograph of herself.

Jordan responded in kind with an explicit photograph of himself.

But here, a trap was revealed.

“Dani Robertts” was not a young, friendly, interested woman. Dani Robertts was several men, sending messages from thousands of miles away in Lagos, Nigeria, who had followed a script to pressure young men into handing over their money. This was not the first time these men had run this scam. But with a great deal of investigative work, it hopefully has become the last.

What happened to Jordan can happen to anyone—and it has happened to far too many young men and women today. It is a type of attack commonly referred to as “sextortion.”

Today, on the Lock and Code podcast with host David Ruiz, we speak with John DeMay about his son Jordan, his family’s relationship with social media, and what parents should know.

Tune in today to listen to the full conversation.

Show notes and credits:

Intro Music: “Spellbound” by Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Outro Music: “Good God” by Wowa (unminus.com)


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Private Instagram Downloaders Are Parsers, Not Privacy Bypass Tools

Disclosure: This article was produced in partnership with FastDL. Hackread.com reviewed and edited the content before publication. “SaveVid.Net…

Meta Begins Removing Harassing Ray-Ban Smart Glasses Videos From Instagram

28 de Julho de 2026, 12:44

Meta is removing Instagram videos that use Ray-Ban smart glasses to harass strangers, highlighting growing privacy concerns around AI-powered wearable cameras.

The post Meta Begins Removing Harassing Ray-Ban Smart Glasses Videos From Instagram appeared first on TechRepublic.

O que há de errado com o recurso NameTag da Meta e por que você deve desconfiar dele | Blog oficial da Kaspersky

16 de Julho de 2026, 10:00

As gigantes da tecnologia estão apostando mais uma vez nos óculos inteligentes. A ideia há muito tempo fascina escritores de ficção científica e seus maiores entusiastas: os habitantes do Vale do Silício. Muitos ainda se lembram do Google Glass, a primeira tentativa concreta de criar um dispositivo desse tipo, lançada em 2012. O projeto acabou entrando para a história como um dos poucos grandes fracassos do Google.

Após o fracasso retumbante do Google, outras gigantes da tecnologia, como Meta, Apple e Microsoft, deixaram de lado a ideia de óculos elegantes e leves para concentrar seus esforços em headsets de realidade virtual mais robustos. Um dos principais motivos para essa mudança foi que a tecnologia disponível na década de 2010 ainda não era suficientemente avançada para oferecer recursos de alto desempenho e uma boa autonomia de bateria em um par de óculos compacto.

Desde então, muita coisa mudou. Agora, as gigantes da tecnologia deram uma guinada e voltaram a investir em óculos inteligentes para uso cotidiano. Em junho deste ano, por exemplo, a Snap (empresa por trás do Snapchat) lançou uma nova versão de seus óculos, chamada SPECS. Há rumores de que a Apple também poderá apresentar sua própria versão dessa tecnologia ainda este ano.

Por enquanto, porém, a parceria entre a Ray-Ban e a Meta é a líder incontestável do mercado. Em 2025, as empresas lançaram seus óculos inteligentes mais avançados, vendendo mais de 7 milhões de unidades somente naquele ano.

No entanto, desde o início de 2026, os óculos Ray-Ban Meta vêm sendo alvo de uma série de polêmicas negativas. Todas giram em torno de um recurso que permitiria à câmera dos óculos reconhecer rostos em seu campo de visão. Quando ativado, o sistema notificaria o usuário sempre que identificasse uma pessoa.

O que são exatamente os óculos Ray-Ban Meta?

A Ray-Ban e a Meta uniram forças pela primeira vez em 2020. Na época, esses óculos elegantes e de alta tecnologia foram concebidos como um complemento para o Metaverso, o ambicioso projeto de realidade virtual de Mark Zuckerberg. No fim das contas, porém, os óculos sobreviveram ao projeto para o qual foram criados. Mas não vamos jogar mais sal na ferida de Zuckerberg. Em 2021, Ray-Ban e Meta lançaram sua primeira colaboração: os Ray-Ban Stories. Dois anos depois, a nova geração chegou ao mercado com um nome mais simples: Ray-Ban Meta. Em 2025, o próprio Mark Zuckerberg apresentou os Ray-Ban Meta Gen 2, equipados com inteligência artificial. É essa versão que vamos analisar.

Mark Zuckerberg apresenta os Ray-Ban Meta Gen 2

Mark Zuckerberg usando os óculos Meta Ray-Ban Display durante a apresentação dos Ray-Ban Meta Gen 2, em 2025. Fonte

Diferentemente dos primeiros Ray-Ban Meta, a geração Gen 2 foi posicionada como um dispositivo voltado para atividades físicas e para o uso cotidiano. Inicialmente, as empresas ofereceram dois modelos de armação, Wayfarer e Headliner, disponíveis em várias cores. As lentes estão disponíveis nas versões transparentes, escuras (para óculos de sol) ou fotocromáticas. Também era possível adquirir lentes de grau mediante pagamento adicional.

Os dois primeiros modelos Ray-Ban Meta: Wayfarer e Headliner

No lançamento, os Ray-Ban Meta estavam disponíveis em dois estilos de armação: Wayfarer (acima) e Headliner (abaixo). Source 1 and Source 2

Posteriormente, a Meta ampliou a linha com novas opções de armação, incluindo os Oakley Meta HSTN e Oakley Meta Vanguard (a Oakley é outra marca de óculos pertencente à EssilorLuxottica, a mesma empresa controladora da Ray-Ban). Independentemente do modelo da armação, todos esses dispositivos reúnem o mesmo conjunto de funcionalidades principais:

  • Captura de fotos e vídeos em primeira pessoa
  • Reprodução de músicas, podcasts e outros conteúdos de áudio
  • Realização de chamadas telefônicas
  • Envio e recebimento de mensagens usando comandos de voz
  • Tradução de fala em tempo real, com suporte a diversos idiomas
  • Conversão de fala em texto
  • Leitura em voz alta de notificações e mensagens
  • Criação de notas de voz e lembretes
  • Transmissão de vídeo em primeira pessoa durante chamadas de vídeo do WhatsApp e do Messenger
  • Navegação em mapas com orientações por voz
  • Respostas a perguntas do usuário sobre o ambiente ao redor e os objetos em seu campo de visão

Os óculos inteligentes da Meta funcionam por meio de vários componentes integrados. Em primeiro lugar, contam com uma câmera capaz de capturar fotos e gravar vídeos exatamente a partir da linha de visão do usuário. Em segundo lugar, as hastes abrigam alto-falantes abertos (open-ear). Eles permitem ouvir músicas, receber orientações de navegação, atender chamadas e escutar as respostas da Meta AI sem bloquear os sons ao redor com fones intra-auriculares, uma vantagem discutível para quem valoriza a privacidade do áudio.

Por fim, os óculos possuem vários microfones integrados, utilizados para chamadas telefônicas, reconhecimento de comandos de voz e interação com o assistente de inteligência artificial. O que a maioria dos óculos inteligentes da Meta não possui, entretanto, é uma tela. Apenas o modelo mais caro e avançado da linha, o Meta Ray-Ban Display, conta com um visor integrado.

Todas as fotos e vídeos capturados pela câmera dos óculos, bem como as configurações do dispositivo, são armazenados no aplicativo complementar Meta AI, que sincroniza os óculos com um smartphone. É justamente a combinação entre câmera, microfones, alto-falantes e o aplicativo Meta AI que permite ao dispositivo analisar o ambiente ao redor e responder, em tempo real, às solicitações do usuário.

Em comparação com dispositivos como o Apple Vision Pro, os dispositivos da Meta são relativamente acessíveis, custando cerca de US$ 400 a US$ 500. Além disso, a empresa lançou recentemente uma nova linha sob sua própria marca, chamada Meta Glasses, com preço inicial de US$ 299. Com preços nessa faixa, a possibilidade de esses dispositivos se tornarem populares em larga escala deixou de ser ficção científica.

É justamente por isso que os relatos sobre o recurso NameTag são ainda mais alarmantes. Segundo jornalistas e pesquisadores, essa funcionalidade foi projetada para reconhecer pessoas que entram no campo de visão da câmera dos óculos. Vamos entender melhor como isso funciona.

NameTag: o recurso que “não existe”

Informações vazadas de documentos internos da Meta sobre o desenvolvimento de um recurso de reconhecimento facial para os óculos inteligentes da empresa vieram a público, por uma coincidência sinistra, na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026. Os documentos revelam que o recurso, chamado internamente de NameTag, utilizaria o assistente de inteligência artificial integrado da Meta para identificar pessoas capturadas pelo campo de visão da câmera dos óculos e fornecer ao proprietário do dispositivo informações sobre elas.

De acordo com o vazamento, a Meta avaliou duas formas de operar o NameTag. A primeira permitiria reconhecer apenas pessoas que já fazem parte dos contatos existentes do usuário nos serviços da Meta. A segunda seria muito mais abrangente, possibilitando identificar qualquer pessoa com um perfil público nas plataformas sociais da empresa: Instagram, Facebook e, potencialmente, WhatsApp e Messenger.

Oakley Meta HSTN

Os Oakley Meta HSTN, um dos modelos de óculos inteligentes da linha, a partir de US$ 399. Source

Se tudo isso causa arrepios, não se preocupe. A gigante da tecnologia, conhecida por seu compromisso “supostamente inabalável” com a privacidade dos usuários, foi rápida em divulgar uma declaração tranquilizadora:

“Nossos concorrentes oferecem esse tipo de produto com reconhecimento facial; nós não oferecemos. Se algum dia lançarmos um recurso desse tipo, adotaremos uma abordagem muito cuidadosa antes de disponibilizá-lo ao público”.

A prova dessa abordagem supostamente cuidadosa surgiu apenas alguns meses depois. Em junho de 2026, a Wired informou que a Meta havia incorporado discretamente a tecnologia de reconhecimento facial dos seus óculos inteligentes ao aplicativo Meta AI. Segundo os jornalistas, o código foi sendo inserido aos poucos no software ao longo de vários meses, a partir de janeiro de 2026.

Como funciona o recurso que supostamente não existe

Quando a reportagem investigativa foi publicada, o NameTag ainda não estava disponível para os usuários. No entanto, de acordo com a Wired, o código necessário para fazê-lo funcionar já estava presente no aplicativo complementar Meta AI, utilizado pelos proprietários dos óculos inteligentes da empresa e instalado em mais de 50 milhões de smartphones.

O NameTag utiliza três modelos de inteligência artificial para realizar essa tarefa.

  • O primeiro detecta rostos no campo de visão da câmera.
  • O segundo isola e recorta esses rostos.
  • O terceiro converte esses rostos em impressões biométricas únicas.

Segundo a Wired, os três modelos já haviam sido baixados dos servidores da Meta e estavam armazenados nos dispositivos dos usuários. Após o lançamento oficial do recurso, o aplicativo utilizaria essa impressão biométrica para compará-la com um banco de dados de impressões semelhantes armazenado no smartphone do proprietário dos óculos.

Além disso, os jornalistas afirmam que esse banco de dados já estava configurado para buscar atualizações em tempo real da Meta. É plausível imaginar que esse banco de dados pudesse ser criado a partir de perfis públicos nas plataformas da Meta, incluindo fotos que os próprios usuários enviam ao Instagram e ao Facebook. Por enquanto, porém, isso é apenas uma hipótese. Como o recurso oficialmente “não existe”, a Meta não explicou publicamente como esses perfis seriam criados.

Quando uma correspondência fosse encontrada, o sistema notificaria o usuário de que uma pessoa havia sido identificada. No entanto, a tecnologia não simplesmente ignoraria os rostos que não conseguisse identificar. Essas imagens seriam automaticamente recortadas, indexadas e armazenadas em uma pasta separada chamada “Pending” (“Pendente”).

Alguns elementos da interface do aplicativo Meta AI, relacionados ao NameTag, foram implementados e ficaram acessíveis aos usuários na atualização de maio de 2026. Nessa versão, o recurso recebeu o nome muito mais brando de “Connections” (“Conexões”). Segundo sua descrição, ele foi criado para ajudar os usuários a “lembrar das pessoas que encontraram”.

Oakley Meta Vanguard

Os Oakley Meta Vanguard, um dos modelos mais caros da linha de óculos inteligentes. Os preços começam em torno de US$ 499. Source

É evidente essa tecnologia é um prato cheio para perseguidores, golpistas, pessoas mal-intencionadas e interessados em desenterrar informações comprometedoras sobre desconhecidos. Bastaria um simples olhar para revelar a identidade digital de alguém e todos os dados associados a ela.

As implicações para a privacidade são ainda mais amplas. A possibilidade de permanecer anônimo entre desconhecidos sempre foi considerada algo natural. Tecnologias como o NameTag nos aproximam de uma realidade de vitrine permanente, na qual o rosto se torna um identificador universal e qualquer encontro casual pode desencadear uma verificação instantânea de antecedentes digitais.

Dar acesso em massa a esse tipo de tecnologia é exatamente o tipo de ideia genial que se esperaria desses tech bros que ainda não conseguem fazer ninguém conversar com eles em um bar. Felizmente, a revelação da existência do NameTag e a reação negativa da opinião pública fizeram com que o código responsável pelo recurso desaparecesse da versão mais recente do aplicativo. Pelo menos, por enquanto.

O recurso desapareceu, mas as perguntas continuam

No dia seguinte à publicação da reportagem da Wired, a Meta lançou uma nova versão do aplicativo, removendo praticamente todo o código relacionado ao NameTag. O vice-presidente de Comunicação da empresa, Andy Stone, reforçou a posição oficial, afirmando que os jornalistas deveriam desconsiderar as evidências de que tal funcionalidade existia. Enquanto isso, especialistas em privacidade alertaram que a Meta poderia restaurar o código do NameTag nos aplicativos dos usuários com a mesma facilidade com que o removeu. Ainda é cedo demais para baixar a guarda.

Óculos inteligentes Meta Fury

O Meta Fury é um dos modelos da nova linha Meta Glasses, com preço inicial de US$ 299. Diferentemente da maioria dos dispositivos anteriores da empresa, esses óculos são comercializados diretamente sob a marca Meta. Source

Algumas semanas depois, a Wired publicou outra reportagem reveladora sobre o NameTag e o reconhecimento facial. Os jornalistas conseguiram obter um contrato de licenciamento firmado entre a Meta e a Rank One Computing, empresa especializada em tecnologias de reconhecimento facial para órgãos policiais e agências militares dos Estados Unidos. Segundo a reportagem, entre seus clientes estariam o Naval Criminal Investigative Service (NCIS), o U.S. Special Operations Command (USSOCOM) e diversos departamentos de polícia.

A Meta adquiriu os direitos de uso da tecnologia de reconhecimento facial da Rank One Computing, incluindo seu sistema de “detecção de presença real”, capaz de distinguir uma pessoa real de uma fotografia, vídeo ou máscara. De acordo com os termos do contrato, o software pode operar com um banco de dados de até 10 milhões de perfis biométricos. Antes da remoção do NameTag, a Wired informou que a tecnologia de reconhecimento facial da Rank One Computing e seus componentes de software já estavam integrados ao aplicativo Meta AI, embora permanecessem inativos e indisponíveis aos usuários.

Há anos, o uso de tecnologias de reconhecimento facial por órgãos de segurança pública desperta intensos debates sobre os limites aceitáveis da vigilância. Por isso, a perspectiva de capacidades semelhantes chegarem a um dispositivo de consumo que qualquer pessoa possa comprar e utilizar é, para dizer o mínimo, controversa, especialmente quando ele pode associar o rosto de um desconhecido qualquer aos seus perfis digitais. Tanto a Meta quanto a Rank One Computing se recusaram a comentar a parceria.

Óculos inteligentes Meta Ray-Ban Display

O Meta Ray-Ban Display, o único modelo da linha equipado com câmera e visor integrado. Source

Como preservar o que resta da sua privacidade em um mundo distópico

A ideia de que tecnologias militares estejam sendo incorporadas a dispositivos de consumo já é suficiente para causar arrepios em qualquer pessoa. Infelizmente, precisamos encarar a realidade: proteger-se de óculos capazes de realizar reconhecimento facial será uma tarefa bastante difícil. Mas isso não significa que você não deva tentar.

No momento, não existe nenhuma forma de optar por não ter seu rosto escaneado pelos óculos da Meta. Há, porém, uma maneira de detectar esses pequenos espiões nas proximidades. Um entusiasta de tecnologia chamado Yves Jeanrenaud desenvolveu um aplicativo que alerta os usuários sempre que detecta óculos inteligentes nas proximidades. Chamado Nearby Glasses, o aplicativo já está disponível para Android e iOS.

O Nearby Glasses detecta os óculos da Meta e da Snap identificando os sinais Bluetooth que esses dispositivos transmitem para se comunicar com outros dispositivos. Evidentemente, esse método não é infalível e pode gerar alguns falsos positivos. Ainda assim, o aplicativo oferece um alerta útil de que pode haver, nas proximidades, um dispositivo capaz de gravar você discretamente e verificar o ambiente ao seu redor.

Aplicativo Nearby Glasses

O aplicativo Nearby Glasses alerta os usuários sobre a presença de óculos inteligentes da Meta ou da Snap nas proximidades ao detectar os sinais Bluetooth emitidos por esses dispositivos. Source

Se você está especialmente preocupado com sua privacidade, instalar um aplicativo como esse é uma medida sensata. Ele pode ser especialmente útil para pessoas que pertencem a grupos mais vulneráveis, como vítimas de perseguição, profissionais do sexo ou imigrantes em situação irregular.

Para quem ainda não está pronto para adotar uma postura totalmente paranoica, recomendamos configurar suas contas da Meta como privadas. É verdade que isso não impedirá que os óculos inteligentes capturem seu rosto, nem representa uma proteção absoluta contra um eventual reconhecimento facial. No entanto, restringir o acesso às suas fotos, listas de contatos e outras informações pessoais reduz a quantidade de dados que poderiam ser usados para identificá-lo e traçar seu rastro digital.

Se você não tiver certeza de quão fortes são as configurações de segurança das suas redes sociais, recomendamos verificar nossa ferramenta on-line gratuita – a Privacy Checker. Ela oferece um passo a passo para ajustar as configurações de privacidade e segurança em redes sociais e plataformas digitais, ajudando a reduzir a quantidade de informações pessoais expostas online para que desconhecidos vejam.

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  • Trusting your kids online isn’t enough (Lock and Code S07E14)
    This week on the Lock and Code podcast… There is a lot going on right now regarding the safety of kids online. In the United States, the majority of state legislatures have passed age verification laws requiring a variety of websites to more rigorously verify the age of their visitors. In the United Kingdom, Canada, Norway, Spain, and Germany, lawmakers are considering bans on social media access for anyone under the age of 16—Australia passed its ban in 2025. In schools across the world,
     

Trusting your kids online isn’t enough (Lock and Code S07E14)

13 de Julho de 2026, 11:33

This week on the Lock and Code podcast…

There is a lot going on right now regarding the safety of kids online.

In the United States, the majority of state legislatures have passed age verification laws requiring a variety of websites to more rigorously verify the age of their visitors. In the United Kingdom, Canada, Norway, Spain, and Germany, lawmakers are considering bans on social media access for anyone under the age of 16—Australia passed its ban in 2025. In schools across the world, smartphones have been removed from classrooms, hallways, and cafeterias. And online, some of the most popular apps and video games with children, such as Discord and Roblox, have implemented default restrictions on what young users can find and who they reach.

But all this activity comes after rising crises at home, as an increasing number of behavioral researchers connect increased social media use with increased rates of depression, isolation, and suicidal thoughts. So, until real, societal change takes place, what is a concerned parent to do?

That’s what we’re trying to answer today.

Today, on the Lock and Code podcast with host David Ruiz, we bring back Anna Brading, editor-in-chief of Malwarebytes Labs and director of content and, perhaps most importantly, mother of three. With a long career in cybersecurity—and an equally long time spent reading, writing, and assigning some of the cybersecurity world’s most pressing headlines—Brading has a unique perspective on what is most dangerous to her children online.

Brading’s list of priorities is long, and includes improper image use, “online nastiness,” and Roblox, but she has a few rules and guidelines to help. She sets a one-hour-a-day video game limit on the weekends, restricts YouTube to a communal and monitored activity, and requests that no one share photos of her children online without her express permission. Importantly, she also reminds parents to trust their guts.

“If the norm now is mental health issues or online grooming or non-consensual porn or constant comparison, then I’m okay without my kids fitting in. I would say be radical, buck the trend, don’t do what everybody else is doing. Say no to things you don’t feel comfortable with.”

Tune in today to listen to the full conversation.

Show notes and credits:

Intro Music: “Spellbound” by Kevin MacLeod (incompetech.com)
Licensed under Creative Commons: By Attribution 4.0 License
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Outro Music: “Good God” by Wowa (unminus.com)


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Protect yourself from online attacks that threaten your identity, your files, your system, and your financial well-being with our exclusive offer for Malwarebytes Premium for Lock and Code listeners.

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  • Turn off this Meta setting before someone generates AI images of you
    Every consumer app has a settings menu that lets you make decisions about things like notifications or dark mode. Meta has just decided that anyone can generate AI images of you from your public Instagram account by typing your Instagram handle into a prompt. On July 7, Meta launched its AI image generation model, Muse Image. It integrates with public Instagram accounts. Now, all someone has to do is tag your account in a prompt, and they can use Meta AI to generate an image using your likene
     

Turn off this Meta setting before someone generates AI images of you

9 de Julho de 2026, 06:30

Every consumer app has a settings menu that lets you make decisions about things like notifications or dark mode. Meta has just decided that anyone can generate AI images of you from your public Instagram account by typing your Instagram handle into a prompt.

On July 7, Meta launched its AI image generation model, Muse Image. It integrates with public Instagram accounts. Now, all someone has to do is tag your account in a prompt, and they can use Meta AI to generate an image using your likeness. According to Meta’s own policy, you won’t be notified if someone does this, making it difficult to know when or how your likeness has been used.

Meta says Muse Image is meant to make AI image generation more personal by letting people reference public Instagram accounts in their prompts. That may sound fun when you’re creating images of yourself. It’s less appealing when anyone else can do the same with your account.

Meta lets you opt out, although finding the setting is its own adventure. On Instagram, open Profile > Menu > Sharing and reuse. Under “Allow people to reuse your content on Instagram and with AI features at Meta,” turn off the Posts and Reels toggles. Depending on your app version, the wording may vary, and the feature is still rolling out, starting in the US, so you may not see the setting yet.

You’d hope that Meta would tell you up front with a big, bold “Turn this off if you don’t want it” message when you open Instagram, but no such luck. You’d also hope that the company would retroactively remove any images that someone made of you before you opted out, but that’s not happening either.

Opting out only prevents future image generation. Any AI images that someone created before you switched the setting off still remain in circulation.

The only mechanism that comes close to comprehensive protection is switching your account to private.

What’s the risk?

There are privacy and security implications here. Anyone can now generate AI images based on your public Instagram profile without your knowledge, and Meta won’t notify you when it happens. Public Instagram photos were already being harvested by attackers to create deepfakes for identity verification fraud. Giving people an official way to generate AI images based on public profiles lowers the barrier to creating synthetic images that could be used for impersonation, scams, or other abuse.

Cybercriminals are already combining generative AI with automated tools to scale phishing and fraud. Muse Image makes it even easier to generate convincing images based on public identities.

Meta’s AI has introduced other security issues, too. Earlier this year, researchers disclosed a “confused deputy” flaw in Meta’s AI support chatbot that let it make account changes—including changing email addresses and resetting passwords—without adequately verifying who it was talking to. Enabling multi-factor authentication (MFA) appeared to mitigate that issue.

Meta also uses an opt-out approach when training its AI on European user data. The company relies on GDPR’s “legitimate interests” legal basis to process European users’ data for AI purposes, a position that privacy group NOYB has challenged.

Protect yourself

  • If your Instagram account is public, open Profile > Menu. Under “How others can interact with you” tap Sharing and reuse, then turn off the Posts and Reels reuse settings under “Allow people to reuse your content on Instagram and with AI features at Meta.” Turning off these reuse settings only prevents future AI image generation and reuse. It won’t remove AI-generated content or remixes that already exist.
  • Turn on MFA for all your Meta accounts. It’s one of the simplest ways to protect your account if your password is compromised.
  • If you want the strongest protection Meta currently offers, switch your Instagram account to private. It’s a blunt solution, but it prevents strangers from using your public profile as source material.

Meta’s own Oversight Board has already said the company needs stronger detection tools and better labeling of AI-generated content. When Meta’s own governance body says the defenses aren’t enough, consumers should take notice.

Update July 11: After widespread criticism over privacy and consent, Meta announced yesterday it has removed the Muse Image feature that allowed people to generate AI images by referencing public Instagram accounts. The company said the feature “missed the mark” and is no longer available.


Scammers don’t need to hack you. They just need you to click once. 

Malwarebytes Identity Theft Protection catches suspicious activity before it becomes a problem.

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  • Hackers Used Meta’s AI Support Bot to Seize Instagram Accounts BrianKrebs
    The Instagram accounts for the Obama White House and the Chief Master Sergeant of the U.S. Space Force were briefly defaced with pro-Iranian images and messages over the weekend, after instructions began circulating on Telegram showing how to trick Meta’s “AI support assistant” bot into resetting account passwords. A screenshot from a video released on Telegram claiming to show how Meta’s AI customer support bot could be tricked into resetting a target’s password. On May 31, word began to spread
     

Hackers Used Meta’s AI Support Bot to Seize Instagram Accounts

1 de Junho de 2026, 14:32

The Instagram accounts for the Obama White House and the Chief Master Sergeant of the U.S. Space Force were briefly defaced with pro-Iranian images and messages over the weekend, after instructions began circulating on Telegram showing how to trick Meta’s “AI support assistant” bot into resetting account passwords.

A screenshot from a video released on Telegram claiming to show how Meta’s AI customer support bot could be tricked into resetting a target’s password.

On May 31, word began to spread on several Telegram instant message channels that Meta’s AI bot would happily add an email address to an existing account as part of the bot’s standard password reset flow.

A video released on Telegram by pro-Iran hackers claimed to document a remarkably simple exploit that appears to have involved using a VPN connection with an IP address that is in or near the target’s usual hometown, requesting a password reset for the account, and then choosing to chat with Meta’s AI support assistant. From there, the video shows the attacker told the bot to link the account in question to a new email address, after which the bot dutifully sent that address a one-time code that allowed a password reset.

The Telegram account that posted the video also linked to screenshots of pro-Iran images, videos and messages that defaced the hacked Instagram accounts, saying hackers had used the exploit to hijack a number of valuable (read: short) Instagram account names that allegedly have a resale value of more than a half million dollars.

Meta has not responded to requests for comment on the video’s claims, but Meta’s Andy Stone said on Twitter/X that the issue had been resolved and that they were securing impacted accounts. The security blog thecybersecguru.com reports that Meta pushed an emergency patch over the weekend, and clarified that no back end database was breached.

“Instagram has notoriously poor human support infrastructure,” Cybersecguru wrote. “Recovering a locked account – especially a high-value one can take weeks of back-and-forth with an automated ticketing system. Meta’s solution was to deploy a conversational AI layer to handle common recovery workflows: relinking a lost email address, triggering a password reset, verifying account ownership. The assistant, presumably, was supposed to reduce friction for legitimate users stuck in account-access hell.”

Ian Goldin, a threat researcher at Lumen’s Black Lotus Labs, said we’re entering unchartered security territory as more large online platforms start allowing AI chatbots to handle sensitive account recovery requests. Just like human customer support employees can be social engineered into providing unauthorized access to someone’s account, AI bots are equally eager to help and vulnerable to persuasion and trickery, he said.

“AI chatbots create interesting new attack surface, and we’re likely going to see a lot more of these kinds of attacks,” Goldin said.

Securing your various online accounts means taking full advantage of the most secure form of multi-factor authentication (MFA) offered (such as a passkey or security key). In this case, even using the least robust form of MFA that Instagram offers — a one-time code sent via SMS — likely would have blocked the exploit: The hackers who released the video on Telegram said their exploit failed to work against any accounts that had MFA enabled.

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  • U.S. Consumers Lost $2.1 Billion in Social Media Scams in 2025, FTC Says Jeffrey Burt
    An FTC report says that Americans last year lost $2.1 billion in social media scams, such as shopping and investment schemes. Social media site have become the place where most of these scams start, and more than half of that money was stolen in scams began on Facebook, WhatsApp, and Instagram. The post U.S. Consumers Lost $2.1 Billion in Social Media Scams in 2025, FTC Says appeared first on Security Boulevard.
     

U.S. Consumers Lost $2.1 Billion in Social Media Scams in 2025, FTC Says

1 de Maio de 2026, 09:47

An FTC report says that Americans last year lost $2.1 billion in social media scams, such as shopping and investment schemes. Social media site have become the place where most of these scams start, and more than half of that money was stolen in scams began on Facebook, WhatsApp, and Instagram.

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TikTok Says No to End-to-End Encryption: Here’s Why That’s a Big Deal

9 de Março de 2026, 01:00

In a move that bucks the entire industry trend, TikTok has confirmed it will not implement end-to-end encryption (E2EE) for direct messages on its platform — arguing that E2EE would make users less safe. We break down what’s really going on: the child safety argument, the privacy counterargument, the geopolitical questions surrounding ByteDance, and what […]

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  • TikTok’s New U.S. Deal and Privacy Policy: What Users Don’t Understand Tom Eston
    TikTok has shifted to a majority-American entity, TikTok USDS Joint Venture, LLC, to comply with U.S. national security requirements and avoid a ban. This week we discuss why a recent privacy policy update went viral—especially language about sensitive data like immigration status and precise location—and argue much of it reflects longstanding practices and required California […] The post TikTok’s New U.S. Deal and Privacy Policy: What Users Don’t Understand appeared first on Shared Security Po
     
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