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Foreign Hackers Target Two Colorado Water Utilities

Hackers targeted two Colorado water utilities, changing OT settings and disabling alarms, but causing no impact on water services or safety.

Foreign hackers targeted the operational technology (OT) systems of two small private water utilities in Colorado in late August, apparently trying to disrupt operations. Local authorities haven’t identified the affected utilities or the attackers.

Attackers reportedly changed equipment settings, disabled remote access and alarms, and modified pumping cycles. The incidents were brief and did not affect water services or public safety. The utilities serve fewer than 200 people, and few technical details are available.

The Colorado governor added the attack was carried out by ‘foreign actors’.

“The intrusions did not affect drinking water quality or treatment processes, according to Colorado Gov. Jared Polis’ office. But the incidents add Colorado to a widening series of breaches in U.S. water and wastewater infrastructure.” reported Fox News.

“These two incidents consisted of individuals changing equipment settings, disabling remote access and alarms, and altering pumping cycles,” Polis spokeswoman Ally Sullivan said in a statement. “These were brief incidents, and the risks were quickly addressed by the providers themselves, who subsequently alerted the state.”

“We cannot confirm what foreign actors may have been involved, but we are aware of ongoing efforts across the nation by an Iranian-backed group to access drinking water and wastewater systems, as per the Cybersecurity and Infrastructure Security Agency,” Sullivan wrote in a separate statement.

Despite references to Iran-linked attacks, there is no confirmation that the two Colorado utilities were part of the same campaign that targeted water facilities in at least a dozen US states in July.

Federal authorities have not published a complete list of affected utilities. However, confirmed targets include facilities in Minnesota, Michigan, Alabama, Georgia, New Jersey, South Dakota,and Wisconsin. The available evidence does not currently establish a direct link between those attacks and the Colorado incidents.

The recent attacks have renewed concerns about cybersecurity weaknesses in U.S. water infrastructure, especially at small and rural utilities that often have limited security staff and resources.

In August, CISA urged water utilities to find and secure internet-exposed PLCs after July attacks showed how easily exposed industrial systems can be compromised.

Over 100 internet-exposed systems in the US water and wastewater sector got hit by cyberattacks in July 2026, and CISA’s response wasn’t just an incident report, it was a how-to guide for making sure it doesn’t happen to you next. The agency’s exposure reduction guidance, published August 21, walks through exactly how organizations can find their own internet-facing weak points before an attacker does.

The pattern behind the July attacks was surprisingly simple. Most of the affected systems were programmable logic controllers (PLCs), small industrial computers that control pumps and valves. Many connected directly to cellular modems and had no firewall or gateway between them and the internet. CISA warns that this type of setup can expose PLCs to serious security risks.

“Directly connecting PLCs to the internet through cellular modems can create significant security risks. However, internet exposure reduction does not mean disabling necessary remote access; organizations should remove remote access when it is unnecessary and secure it when it is necessary.” states CISA.

Hackers remotely accessed exposed PLCs, changed device IP addresses and passwords, and in some cases disabled shutdown processes and alarms, creating what CISA called unsafe conditions without notifying the operators running the actual equipment. Iran is the suspected actor behind much of this activity, likely tied to the ongoing war involving the US and Israel, though officials have stopped short of a formal attribution.

Since fiscal year 2025, the EPA has identified more than 900 vulnerabilities across over 650 water systems and helped address about 700 of them at more than 500 utilities. The agency has also carried out more than 710 cybersecurity risk assessments and provided technical support to around 15,900 utilities.

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Pierluigi Paganini

(SecurityAffairs – hacking, water utilities)

AI models capable of devastating attacks on governments and business months away, rare Five Eyes statement warns

Signal agencies in Australia, the US, the UK, New Zealand and Canada sound alarm after Trump blocks foreign nationals from Anthropic’s Fable AI model

Powerful AI models capable of devastating new cyber attacks on governments and businesses are mere months away, intelligence agencies for the Five Eyes have warned in a rare joint statement, urging leaders to “act now”.

The surprising public intervention by signals agencies for Australia, the US, the UK, New Zealand and Canada comes after the Trump administration earlier this month decided to block “foreign nationals” from using a much-hyped AI model built by tech company Anthropic, called Fable.

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© Photograph: Andre M Chang/ZUMA Press Wire/Shutterstock

© Photograph: Andre M Chang/ZUMA Press Wire/Shutterstock

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TV boxes maliciosas: descubra como uma “SuperBox” barata transforma sua casa em um nó proxy para cibercriminosos | Blog oficial da Kaspersky

Netflix, Apple TV+, Disney+, Hulu, Amazon Prime, YouTube Premium… Hoje em dia, as famílias que seguem a lei costumam pagar, em média, de cinco a dez assinaturas apenas para assistir ao conteúdo que desejam, com gastos mensais facilmente ultrapassando a casa dos cem dólares. Não é surpresa, portanto, que as redes sociais e os marketplaces on-line estejam registrando um aumento na demanda por “caixas mágicas”. Surgidas no final de 2025, essas TV boxes Android prometem desbloquear milhares de canais e oferecer acesso gratuito a serviços de streaming mediante um único pagamento.

Os anúncios desses dispositivos estão inundando o TikTok e o Instagram: influenciadores sorridentes tiram os SuperBoxes da caixa, conectam-nos à TV e navegam por inúmeros canais. Parece a solução perfeita contra o alto preço das assinaturas, certo? Mas, na prática, essa é uma das formas mais fáceis de permitir a entrada de uma botnet na sua rede doméstica.

Captura de tela de um vídeo do TikTok mostrando um SuperBox em ação

Um vídeo promocional no TikTok explicando como é ótimo quando tudo é grátis simplesmente cancelar todas as suas assinaturas

O que há de errado com essas TV boxes baratas?

Já surgiram vários relatos sobre TV boxes maliciosas, mas agora sua divulgação atingiu uma escala realmente alarmante.

No final de 2025, analistas examinaram vários modelos do SuperBox, um dispositivo popular disponível nas principais lojas de varejo e marketplaces on-line. As descobertas foram muito preocupantes: logo após serem ligados, os dispositivos começaram a enviar solicitações aos servidores do aplicativo de mensagens chinês Tencent QQ e ao serviço de proxy Grass, efetivamente disponibilizando a largura de banda da Internet do usuário para terceiros.

Dentro do firmware, os pesquisadores descobriram aplicativos completamente incomuns em um reprodutor de mídia: um scanner de rede, um analisador de tráfego e ferramentas de sequestro de DNS. Com isso, o dispositivo não apenas transmite conteúdo pirata, mas também vasculha a rede local em busca de outros alvos (incluindo interfaces industriais SCADA) e fica pronto para participar de ataques DDoS. Também foi descoberto que os SuperBoxes contêm pastas com o nome revelador “secondstage”, um forte indício de malware em vários estágios.

Mais recentemente, em abril de 2026, o podcast Darknet Diaries publicou uma entrevista com um pesquisador de segurança conhecido pelo pseudônimo D3ada55, que compartilhou diversos detalhes preocupantes sobre essas caixas, incluindo o fato de que elas ainda eram vendidas livremente em plataformas como Amazon, Walmart e Best Buy.

A evolução da infecção: do BADBOX ao Keenadu

O caso do SuperBox está longe de ser a única ocorrência em que os dispositivos Android foram transformados em nós de botnet ou vendidos com infecções de fábrica. Aqui estão os casos mais recentes:

  • BADBOX 2.0. Em julho de 2025, a Google processou os operadores de uma botnet que comprometeu mais de 10 milhões de dispositivos Android, principalmente TV boxes, tablets e projetores baratos que não tinham certificação do Google Play Protect. Conforme informamos anteriormente, o BADBOX 2.0 tem como alvo TV boxes e opera tanto como uma rede proxy quanto como uma plataforma de fraude publicitária.
  • Kimwolf. Em dezembro de 2025, a equipe do QiAnXin XLab descobriu uma botnet DDoS que havia sequestrado cerca de 1,8 milhão de dispositivos Android. O hardware infectado incluía modelos genéricos de fabricantes pouco conhecidos que usavam nomes chamativos como TV BOX, SuperBox, XBOX, SmartTV e outros. O alcance da infecção foi enorme, com dispositivos comprometidos distribuídos para o mundo todo. Os países mais atingidos foram o Brasil, Índia, Estados Unidos, Argentina, África do Sul, Filipinas e México.
  • Keenadu. Nossos especialistas descobriram esse malware à espreita no firmware de dispositivos novos em novembro de 2025, mas ele só chamou atenção depois de publicarmos um estudo sobre ele em fevereiro de 2026. O Keenadu se disfarça de componente legítimo do sistema, até mesmo entrando em aplicativos de desbloqueio facial e potencialmente concedendo aos invasores acesso a dados biométricos, informações bancárias e mensagens pessoais.

Todas essas histórias compartilham a mesma origem: o cavalo de Troia Triada, documentado pela primeira vez pelos nossos pesquisadores em 2016 e apelidado na época de “um dos cavalos de Troia móveis mais avançados”. Ao longo da última década, ele evoluiu de um malware comum para um backdoor modular integrado diretamente ao firmware durante a fabricação.

Como o esquema de infecção funciona

Os fabricantes de TV boxes baratas cortam gastos em tudo: certificação do Google Play Protect, auditorias de firmware e atualizações de segurança. Muitos desses dispositivos são executados no Android Open Source Project sem nenhuma garantia de segurança. Em algum lugar ao longo da cadeia de suprimentos, seja na fábrica, por meio de um intermediário ou em uma distribuidora, um backdoor é injetado na imagem do firmware. Nossos especialistas suspeitam que o próprio fabricante pode nem estar ciente do comprometimento.

A escala da infecção transforma milhões de caixas idênticas na base perfeita para uma botnet: cada dispositivo comprometido representa um endereço IP exclusivo que pode ser alugado para terceiros. Operadores de botnet, como o Kimwolf, lucram com isso não apenas por meio de ataques DDoS distribuídos, mas também revendendo a largura de banda de smart TVs e TV boxes infectadas.

O que isso significa para você

Uma TV box infectada fica na sala de estar, conectada ao Wi-Fi doméstico. Isso significa que ela pode detectar smartphones com aplicativos bancários, unidades de armazenamento conectadas à rede (NAS) com arquivos da família, câmeras IP, fechaduras inteligentes, computadores de trabalho e qualquer outro dispositivo conectado à sua rede Wi-Fi.

Com esse tipo de vetor de acesso inicial dentro da sua rede doméstica, um invasor pode interceptar tráfego não criptografado, falsificar solicitações de DNS, verificar portas e procurar vulnerabilidades em dispositivos vizinhos. Além disso, seu endereço IP pode ser usado para atividades fraudulentas. Como resultado, na melhor das hipóteses, seu IP acabará entrando em listas de bloqueio, e serviços legítimos começarão a barrar seu acesso por atividade suspeita; na pior, autoridades podem bater à sua porta.

Como identificar um gadget potencialmente perigoso

Você deve ficar alerta se um dispositivo:

  • For vendido sob uma marca sem nome ou genérica, como T95, X96Q, MX10, TV BOX, SuperBox ou similares
  • Promete acesso vitalício gratuito a serviços premium pagos mediante um único pagamento
  • Exige que você desative o Google Play Protect ou instale APKs de terceiros durante a configuração inicial
  • Não tem uma certificação do Play Protect
  • É promovido por meio de campanhas agressivas de spam nas redes sociais

Como evitar hospedar um nó de botnet

  • Compre TV boxes certificadas com Google Play Protect ou adquira dispositivos diretamente de operadoras de telecomunicações e provedores de Internet confiáveis.
  • Isole todos os dispositivos domésticos inteligentes. Configure uma rede Wi-Fi separada no roteador da sua casa para TV boxes, câmeras, alto-falantes inteligentes, aspiradores robóticos e dispositivos semelhantes, mantendo smartphones, unidades NAS e computadores na rede principal. Isso evita que o malware se espalhe para seus dispositivos mais importantes.
  • Atualize o firmware com frequência em todos os dispositivos, e não se esqueça do roteador, pois ele também representa um elo vulnerável na cadeia.
  • Remova todos os aplicativos da TV box Android que não foram instalados por você, especialmente lojas de aplicativos alternativas, “impulsionadores” de Wi-Fi e “limpadores de sistema”.
  • Monitore o tráfego da sua rede. Roteadores modernos e o Kaspersky Premium conseguem exibir os destinos de conexão de cada dispositivo. Conexões frequentes entre um reprodutor de mídia e servidores na China representam um forte sinal de alerta de segurança.
  • Instale o Kaspersky Premium em todos os seus dispositivos, pois ele protege contra cavalos de Troia e bloqueia páginas de phishing usadas para distribuir arquivos APK infectados.
  • Não desative o Google Play Protect e evite instalar APKs de fontes duvidosas, pois esse é o principal vetor de infecção usado para burlar a loja oficial de aplicativos.
  • Em caso de dúvida, devolva a TV box. Não vale a pena arriscar sua biometria, dados bancários ou a reputação do seu endereço IP por causa de um dispositivo de streaming barato.

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