This $30 Tool Helps You Spot Scams Before You Click
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Seu telefone toca, você atende e diz “alô”. Do outro lado: silêncio total. Ninguém responde e a chamada é encerrada abruptamente. Se você ainda não usa [placeholder WhoCalls]bloqueadores de chamadas de spam[/placeholder], é quase certo que já tenha se deparado com essa situação.
Na maioria dos casos, trata-se de chamadas de golpistas. Hoje, explicamos por que essas chamadas acontecem, o que os autores da chamada querem de você e como se proteger. O mais importante é que vamos analisar se você realmente precisa se preocupar em se proteger contra esse tipo de ligação.
Não são apenas golpistas do outro lado da linha: robôs, operadores legítimos de centrais de atendimento e pessoas comuns também fazem essas ligações. Vamos analisar cada tipo de ligação, do cenário menos preocupante ao mais arriscado para a sua segurança.
O cenário mais inofensivo é quando uma pessoa de fato ligou para você, mas o microfone dela está com algum problema. Talvez ela tenha silenciado a chamada por acidente com o ouvido ou o smartphone dela está conectado a um fone de ouvido Bluetooth, alto-falante ou sistema do carro que não está capturando sua voz. Falhas da operadora também podem silenciar o autor da chamada. A pessoa que faz a ligação pode nem perceber que há um problema; até onde ela sabe, ela está falando, mas ninguém pode ouvi-la. Nesses casos, você geralmente reconhece o número de telefone de quem liga.
Se a chamada for feita por um número desconhecido, ainda não há necessidade de entrar em pânico, embora a lista de pessoas que podem estar ligando fique muito maior.
Outra possibilidade legítima é um operador de uma central de atendimento que simplesmente não conseguiu colocar ou conectar o headset a tempo. Os sistemas das centrais de atendimento são projetados para discar números mais rápido do que os operadores conseguem se preparar. O sistema tentou encaminhar a chamada para um humano, mas nenhum operador estava disponível. É por isso que às vezes leva alguns segundos antes de você ouvir uma única palavra, podendo até mesmo ouvir tons de discagem como se fosse você quem estivesse fazendo a chamada.
Silêncio na linha é um sinal comum de chamadas feitas por robôs. Eles testam se um número de telefone está ativo e, se estiver, repassam a chamada para um humano, o que significa que um representante de vendas real (ou um golpista) ligará de volta para você nos próximos dias. Vale a pena notar que os golpistas não são os únicos que fazem chamadas com esse fim. Centrais de atendimento legítimas usam exatamente as mesmas ferramentas para reduzir a carga de trabalho dos seus operadores humanos.
Um agente de IA também pode estar por trás da chamada silenciosa. Para a pessoa que atende, não há diferença prática: a chamada parece idêntica a uma feita por um bot padrão. No entanto, a IA pode fazer mais do que apenas discar números automaticamente: ela pode analisar sua resposta e usar esses dados para decidir se seu número está ativo e se a chamada pode ser encaminhada a um humano para acompanhamento.
Agora vamos analisar a ameaça real. Talvez um dos tipos de chamadas silenciosas mais perigosas e desagradáveis sejam as feitas por um golpista. Uma ligação rápida e silenciosa como essa pode, na verdade, ser o primeiro passo de um golpe longo e elaborado, com histórias envolvendo empréstimos, órgãos do governo, outros golpistas e até autoridades policiais.
Empresas de cobrança também podem fazer esse tipo de ligação e permanecer em silêncio. Seu número pode acabar no radar deles se você, sua família ou alguém próximo tiver dívidas pendentes. Nesses casos, uma chamada silenciosa pode ser usada como uma tática de pressão psicológica.
Uma técnica semelhante é usada em casos de perseguição. Embora as ligações silenciosas, por si só, não causem danos diretos, elas podem ser usadas para gerar ansiedade, criar a sensação de que você está sendo observado o tempo todo e provocar desgaste emocional contínuo.
Quando você atende uma ligação, é provável que diga um rápido “Alô?” ou “Oi.” Isso é tudo o que a outra parte precisa para coletar uma grande quantidade de dados. Embora essas informações fossem difíceis de processar, o desenvolvimento da inteligência artificial tornou a tarefa muito mais fácil. Vejamos o que alguém pode descobrir sobre você ao falar apenas uma palavra:
A resposta da pergunta anterior “por que as pessoas ligam e ficam em silêncio” é coletar dados biométricos. Apenas alguns segundos de áudio gravado podem ajudar os cibercriminosos a criar um deepfake de voz. Embora uma ou duas palavras possam não produzir um clone convincente por si só, os golpistas juntam gravações de várias chamadas silenciosas para criar uma réplica confiável.
Essa tecnologia já está sendo usada em golpes do mundo real. Ao se passar por um parente, colega ou chefe, os golpistas podem solicitar que você envie dinheiro com urgência, compartilhe um código de autenticação de dois fatores para serviços governamentais ou conclua alguma outra solicitação que pareça não ter importância. Quanto mais realista for o deepfake, mais difícil é identificar o golpe, especialmente quando acompanhado de uma história convincente.
Se você atender uma chamada, disser algumas palavras e desligar, não há necessidade de entrar em pânico. No entanto, essa breve interação pode confirmar aos golpistas que seu número está ativo e que você atenderá chamadas de números desconhecidos. Como resultado, seu número de telefone pode acabar em listas de alvos de futuras campanhas de spam ou golpes. Dito isso, é importante lembrar que uma única chamada silenciosa não representa uma ameaça imediata à segurança.
Ainda assim, é muito melhor se essas chamadas silenciosas nunca chegarem até você. É aí que os bloqueadores de chamadas como o WhoCalls podem salvar o dia. Trata-se de um aplicativo inteligente de identificação de chamadas que contém um enorme banco de dados de números conhecidos de fraudes e spam. É assim que funciona: você instala o aplicativo, concede as permissões necessárias e está tudo pronto! Além disso, é possível personalizar suas configurações de filtragem: bloquear chamadas recebidas de aplicativos de mensagens, escolher quais categorias de chamadas indesejadas rejeitar automaticamente e adaptar outras configurações de proteção às suas necessidades.
Veja adiante algumas dicas para ajudar você a manter a calma e evitar cair em golpes caso essas chamadas silenciosas acabem se tornando um problema:
Postagens adicionais sobre golpistas e deepfakes:




As campanhas de phishing tornaram-se significativamente mais sofisticadas e convincentes nos últimos anos. Os endereços dos remetentes agora são quase idênticos aos legítimos. Os e-mails são redigidos de forma impecável e os usuários são chamados pelo nome. Mas o que fazer quando um e-mail suspeito vem de um endereço claramente legítimo?
Recentemente, os phishers passaram a explorar a plataforma Google AppSheet para configurar disparos de e-mail originados de um endereço oficial vinculado ao Google. Após um ataque bem-sucedido, eles acabam obtendo acesso às contas das vítimas e a dados confidenciais.
Neste artigo, explicamos como esse novo esquema de roubo de dados funciona e como se proteger desses ataques de phishing cada vez mais difíceis de identificar.
O AppSheet é um serviço do Google que permite criar aplicativos sem nenhuma experiência em programação. Ele costuma ser utilizado por pequenas empresas para automatizar fluxos de trabalho rotineiros. Infelizmente, é justamente essa simplicidade que torna o AppSheet tão atraente para os cibercriminosos. Hoje em dia, basta investir alguns dólares para montar rapidamente um aplicativo usando comandos e blocos prontos para executar um golpe de phishing.
O roteiro dos ataques de phishing por meio do AppSheet é bastante convencional. A vítima recebe um e-mail supostamente enviado por uma grande empresa, e essas mensagens frequentemente começam chamando o destinatário pelo nome. Tudo indica que os invasores utilizam dados vazados para associar nomes a endereços de e-mail específicos.
Em seguida, eles exploram as emoções da vítima, usando a estratégia da ameaça ou da recompensa. Eles podem provocar pânico com avisos urgentes que exigem ação imediata, como “Sua conta será desativada em breve” ou “Atividade suspeita detectada”. Ou podem atrair a vítima com uma oferta irresistível, como a promessa de um selo de verificação ou um convite para uma entrevista em uma grande empresa de tecnologia. Esses falsos e-mails de recrutamento são projetados para gerar entusiasmo imediato. Eles fazem parecer que a candidatura da pessoa foi priorizada e recebeu uma excelente avaliação, sugerindo que uma proposta de emprego pode chegar já no dia seguinte.
Para a maioria das pessoas, essas mensagens não despertam qualquer suspeita. O e-mail passa diretamente pela pasta de spam e o campo De exibe exatamente o nome da empresa que o destinatário esperaria ver. Infelizmente, nada disso significa que o e-mail seja autêntico: os invasores podem definir qualquer nome de exibição que desejarem. E, convenhamos, poucas pessoas realmente param para verificar cuidadosamente o endereço de e-mail do remetente.
Nas campanhas de phishing baseadas no AppSheet, o remetente é sempre o mesmo: noreply{@}appsheet.com. Mas aqui está o detalhe mais importante: esse endereço é 100% legítimo. Como está diretamente vinculado à infraestrutura do Google, há uma grande chance de que filtros antispam tradicionais permitam a passagem desses e-mails sem qualquer questionamento.
Naturalmente, para garantir aquela entrevista tão desejada ou resolver um problema na conta, a vítima clica no link e acaba entregando voluntariamente toda a sua identidade digital em um site falso: nome completo, endereço, telefone, entre outros dados. A partir daí, os invasores podem vender as informações coletadas na dark web ou utilizá-las em ataques direcionados posteriores. Para piorar, a vítima é redirecionada para uma página falsa de login, permitindo que os invasores roubem suas contas.
Veja de forma detalhada como uma vítima pode receber um e-mail falso do Google Careers e acabar com sua conta totalmente comprometida:
Campanhas semelhantes também são realizadas em nome de outras grandes marcas de tecnologia. Usuários que entregam os dados de suas contas Apple correm o risco não apenas de perder a conta, mas também o controle de todos os seus dispositivos Apple. Os invasores podem pressionar a vítima a sair de seu Apple ID pessoal e entrar em uma suposta “conta corporativa” para fins de verificação, que na verdade é uma conta Apple controlada por eles. No momento em que a vítima faz isso, os criminosos assumem o controle remoto completo do dispositivo utilizado, frequentemente ativando o Modo Perdido para bloquear o acesso e manter o aparelho como refém em troca de um resgate.
Para piorar, os invasores nem sempre incluem um link malicioso no e-mail inicial. Em vez disso, apostam em uma abordagem de longo prazo, envolvendo a vítima em uma conversa ao pedir que responda à mensagem para confirmar seu interesse. Essa técnica cria a ilusão de que a pessoa está interagindo com um recrutador real. E esse tipo de golpe não se limita ao Vale do Silício. Os invasores frequentemente se passam por marcas mundialmente conhecidas, como a Volvo ou a Coca-Cola. É claro que é muito improvável que os invasores queiram acessar uma conta da Coca-Cola, mesmo supondo que o usuário tenha uma. O objetivo mais provável é roubar informações confidenciais ou convencer a vítima a fazer login em uma página de phishing usando suas credenciais do Google, Apple, Facebook etc.
É claro que os “empregos dos sonhos” não são a única isca utilizada. Foram observadas campanhas nas quais o “Suporte do Facebook” informa ao usuário que ele foi considerado elegível para o prestigioso selo Meta Verified, o famoso selo azul normalmente associado a celebridades de destaque e grandes marcas globais. Para obter o cobiçado selo azul, a vítima é direcionada para uma página de phishing onde deve preencher um formulário de identidade antes de entregar o prêmio principal: seu nome de usuário e senha do Facebook. E tudo isso, naturalmente, em nome da segurança!
Esses sites falsos são criados em diversos idiomas e adaptados a usuários de diferentes países. Abaixo está a versão em holandês.
Em outras campanhas, os invasores utilizam o Google AppSheet para explorar o medo e a urgência, alegando que o usuário violou a política de propriedade intelectual do Meta e ameaçando encerrar imediatamente sua conta do Facebook. Para recorrer da decisão, a vítima deve clicar em um link para… um site de phishing, fornecer seus dados pessoais e, claro, informar seu nome de usuário e senha do Facebook.
Infelizmente, os ataques de phishing estão cada vez mais sofisticados, e os invasores exploram regularmente a reputação de serviços e domínios legítimos. Veja como evitar cair nessas armadilhas e proteger seus dados:
Os ataques de phishing estão se tornando cada vez mais sofisticados. Veja também outros temas importantes relacionados a phishing:




For years, Identity and Access Management (IAM) and Privileged Access Management (PAM) have been treated as foundational and a solved security challenge. Organizations deployed vaults, enforced policies, and checked the compliance box for their privileged users. Fast forward to today, and that model no longer holds up. What’s emerging now is not an incremental shift, but a structural one. Identity is no longer centered on […]
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Spammers used OpenAI to generate messages that were unique to each recipient, allowing them to bypass spam-detection filters and blast unwanted messages to more than 80,000 websites in four months, researchers said Wednesday.
The finding, documented in a post published by security firm SentinelOne’s SentinelLabs, underscores the double-edged sword wielded by large language models. The same thing that makes them useful for benign tasks—the breadth of data available to them and their ability to use it to generate content at scale—can often be used in malicious activities just as easily. OpenAI revoked the spammers’ account in February.
The spam blast is the work of AkiraBot—a framework that automates the sending of messages in large quantities to promote shady search optimization services to small- and medium-size websites. AkiraBot used python-based scripts to rotate the domain names advertised in the messages. It also used OpenAI’s chat API tied to the model gpt-4o-mini to generate unique messages customized to each site it spammed, a technique that likely helped it bypass filters that look for and block identical content sent to large numbers of sites. The messages are delivered through contact forms and live chat widgets embedded into the targeted websites.


© Getty Images | Iurii Motov