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Hackers Drain $320 Million From Liquid Network, Then Return Most of It

Crypto exchange network Liquid Network lost $320 million overnight, then got most of it back after the hackers demanded a bug fix instead of a ransom

Bitcoin’s Liquid Network, a sidechain built by Blockstream and used by dozens of exchanges to move funds faster and more privately than the main Bitcoin blockchain allows, got drained of roughly 4,000 of the 4,200 Bitcoin sitting in its federation wallet on September 6.

The attackers, who described themselves as white-hat hackers, have since returned 3,400 of those crypto coins, worth around $262.6 million, while keeping roughly 598 BTC, close to $47 million, for themselves.

Update: 3,400 BTC of the roughly 4,000 BTC withdrawn on September 6 has been returned to the @Liquid_BTC Federation wallet. The return followed confirmation from @Blockstream that the affected bridge nodes have been patched. Approximately 598 BTC remains outstanding, and…

— Samson Mow (@Excellion) September 7, 2026

The size of the initial theft makes this much more serious than another crypto hack. The attacker took nearly 95% of the wallet’s Bitcoin in a single transaction, leaving the fund behind Liquid’s L-BTC token with only about 197 BTC.

This wasn’t a partial breach. The attacker drained almost the entire collateral pool that should back every L-BTC token with an equal amount of real Bitcoin.

How the money actually left is the more technically interesting part. According to Bitrue’s breakdown of the exploit, the attackers didn’t steal a private key or compromise any authorization credentials at all. A software bug in Elements, the open-source code powering Liquid Network, apparently let more L-BTC exist than the system’s real Bitcoin reserves should have allowed, and that unbacked token was then redeemed for genuine BTC through SideSwap’s authorized peg-out mechanism. Liquid itself confirmed the specific access point directly, stating plainly that the funds moved through SideSwap’s authorization key, and that key itself was never compromised.

What happened next is where this stops looking like an ordinary crypto heist. Rather than demanding a ransom payment or threatening to dump the stolen coins, the attackers negotiated entirely in public, writing messages directly into Bitcoin transactions using the OP_RETURN field, a way to embed small amounts of arbitrary data on-chain.

The discussion between @Blockstream and the white-hat hacker (WHH) regarding the ~4000 BTC from @Liquid_BTC is happening in public. It seems to be their preference over email. As it's hard to follow the chain of messages in OP_RETURN, here's a summary with links.

11:30 AM PDT -… https://t.co/IEXyFpBITx

— Samson Mow (@Excellion) September 7, 2026

Their opening demand, relayed through Liquid’s own channels, was refreshingly blunt: fix the underlying vulnerability first, confirm every node is patched, and only then would they send the money back.

Blockstream appears to have met that condition. After the team confirmed that the affected bridge nodes had received the security patches, the attackers returned 3,400 BTC to the federation wallet. They first checked that they had the correct return address. They then kept the remaining 598 BTC, effectively rewarding themselves for the bug discovery. Former Blockstream executive Samson Mow provided updates during the incident but warned that the recovery is not over. The network remains paused while federation members complete more security work, resolve a chain split caused by the freeze, and restore confidence that L-BTC has full Bitcoin backing before they restart the network.

Whether “white hat” is the right label here is a genuinely contested question, and not just semantically. Security specialist Alena Vránová pushed back hard against the framing on social media, arguing that exploiting a vulnerability, draining $320 million, and demanding a fix before returning the money still meets the legal definition of extortion, potentially carrying felony charges and prison sentences up to 20 years in the US. Calling yourself ethical after the fact doesn’t retroactively make unauthorized access to someone else’s wallet legal, whatever bug you’re fixing on the way out.

If you attacked @Liquid_BTC fix it fast I'd reckon to avoid serious trouble.

If you exploit vuln, steal 4k BTC and demand a fix for ransom, that's EXTORTION.

This can mean felony charges and long prison time. In the U.S. up to 20 years, and computer-fraud charges can add more. https://t.co/aekesa5K0n

— Alena V. (@AlenaSatoshi) September 7, 2026

The incident also creates a long-term trust problem that a security patch cannot fix. Galoy founder Nicolas Burtey argued that, even if the funds return in full, the attack has already damaged trust in Liquid. Who will trust Liquid with their money after this? The federated system promises one-to-one Bitcoin backing for every L-BTC token, but this attack showed that guarantee can fail. Recovering most of the funds does not erase that failure.

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Pierluigi Paganini

(SecurityAffairs – hacking, Liquid Network)

O que sabemos sobre o roubo de criptomoedas por meio de anúncios do Adform

O Adform, uma importante plataforma de publicidade, permaneceu comprometido por aproximadamente 24 horas (desde o fim do dia 26 de julho até a noite de 27 de julho) após ser alvo de um ataque por invasores desconhecidos. Poucas pessoas fora do setor conhecem o nome, mas o Adform veicula cerca de 1,5 bilhão de impressões de anúncios todos os dias em dezenas de milhares de sites. Isso significa que qualquer pessoa que visitasse um site que veiculasse anúncios do Adform poderia ter sido alvo do ataque.

Os invasores não estavam tentando instalar malware. Em vez disso, eles executaram um script no navegador da vítima que verificava a área de transferência a cada três segundos. Se detectasse que um endereço de carteira de criptomoedas havia sido copiado, o script o substituía pelo endereço de carteira dos invasores. Assim, se alguém tivesse um site com o anúncio malicioso aberto em uma guia do navegador e estivesse realizando uma transação com criptomoedas em outra guia ou em um aplicativo dedicado, os fundos poderiam acabar nas mãos dos invasores. Os responsáveis pelo Adform detectaram o ataque e corrigiram o problema, mas não há garantia de que um incidente semelhante não volte a acontecer. Por isso, todos os usuários devem se proteger contra publicidade maliciosa. Confira nossas dicas no final desta postagem.

O que sabemos sobre o ataque ao Adform

Não há muitas informações disponíveis, pois a declaração oficial da empresa aborda apenas o que aconteceu e quando, sem explicar a causa do incidente. Uma pesquisa independente revelou detalhes técnicos sobre como usuários comuns foram alvo do ataque, mas nada disso explica como o próprio Adform foi invadido inicialmente.

O que está claro é que os invasores inseriram seu próprio código no JavaScript carregado em todos os sites que veiculavam anúncios do Adform. Sempre que um anúncio estava prestes a ser exibido, o script era carregado do servidor do Adform, selecionava o anúncio correto e o exibia. No entanto, os invasores haviam acrescentado um conjunto de funções maliciosas: monitorar a área de transferência, enviar ao próprio servidor dados sobre o site em que o ataque ocorreu e o endereço IP da vítima, além de substituir endereços de carteiras de Bitcoin, Ethereum e Tron.

Para que o ataque funcionasse, bastava uma guia do navegador aberta com qualquer site que veiculasse anúncios do Adform. Não importava o tipo de site, a aparência do anúncio ou a qual anunciante ele pertencia. A única coisa que importava era se o site usava HTTP ou HTTPS. Segundo o Adform, o ataque não poderia ser realizado em um site carregado por HTTPS, pois, nesse caso, a conexão com o servidor dos invasores era bloqueada.

A empresa não divulgou informações sobre quantos usuários foram afetados nem sobre quantos sites ainda veiculam conteúdo e anúncios por HTTP.

Anúncios maliciosos fazem parte do nosso dia a dia

Infelizmente, anúncios on-line perigosos se tornaram um problema sistêmico. E não estamos falando apenas de anúncios de suplementos de procedência duvidosa ou de jogos de azar. Estamos falando de anúncios que disseminam malware ou levam a sites criados para roubar dados de pagamento e outras informações valiosas. Os invasores construíram uma infraestrutura em escala industrial para realizar esse tipo de ataque e utilizam diversas abordagens.

• Invadir e comprometer servidores de anúncios. O Adform não é um caso isolado. Por exemplo, invasores já invadiram servidores de anúncios do Revive, por exemplo, e disseminaram malware por meio de anúncios no PornHub.

• Sequestro das contas de anúncios de marcas legítimas e respeitáveis. Basta roubar a senha de alguém da equipe de marketing. A partir daí, os cibercriminosos veiculam anúncios se passando pela empresa que invadiram e promovendo atualizações falsas de aplicativos, promoções fraudulentas e golpes semelhantes. Nos piores casos, como nas invasões de contas da adtech.de e da adxpansion.com, os invasores conseguiram veicular anúncios que redirecionavam as vítimas diretamente para a instalação automática de malware (downloads drive-by).

• Comprar anúncios diretamente. Isso mesmo. Os invasores simplesmente criam suas próprias contas de anunciante e veiculam anúncios para seus sites de phishing e malware, como qualquer outra empresa na Internet.

Como os anúncios aparecem praticamente em todos os lugares, em sites, aplicativos e redes sociais, essas ameaças podem surgir em praticamente qualquer contexto. E existem variações dessa ameaça tanto em computadores quanto em dispositivos móveis.

Como se proteger de anúncios maliciosos

A única maneira de reduzir significativamente o risco é bloquear o máximo possível de anúncios e combinar isso com proteção contra ataques cibernéticos em todos os seus dispositivos:

• Use um serviço de DNS seguro com filtragem de conteúdo integrada. Eles são eficazes no bloqueio da maioria das redes de anúncios conhecidas. A ideia é simples: sempre que seu dispositivo tenta se conectar a um servidor, o serviço DNS bloqueia solicitações para domínios de anúncios conhecidos. Isso desativa os anúncios em todos os lugares de uma só vez: em smart TVs, em todos os navegadores e em aplicativos para dispositivos móveis. Alguns provedores de Internet oferecem esse serviço, mas uma solução mais simples e universal é configurar o DNS seguro no roteador da sua casa seguindo nosso guia.

• Ative os bloqueadores de anúncios e rastreadores em sua solução completa de cibersegurança. Recomendamos Kaspersky Premium, que chama esse recurso de Antibanner. Esse tipo de proteção é especialmente importante durante viagens, pois o DNS seguro pode causar problemas de conexão em hotéis, restaurantes e aeroportos.

• Use proteção para o navegador. Um software de segurança básico pode impedir o download e a execução de um malware de roubo de dados, mas um pequeno script, como o usado no ataque ao Adform, ainda pode passar despercebido. Para se proteger contra esse tipo de ameaça, use uma solução capaz de analisar o que realmente está acontecendo no navegador. No Kaspersky Premium, esse recurso é oferecido pela extensão de navegador Kaspersky Protection. Ela protege contra a coleta de dados on-line, bloqueia banners de anúncios, protege seus pagamentos, protege o que você digita e bloqueia ataques de phishing.

Quer saber quais outros riscos podem estar escondidos nos anúncios on-line e como se proteger? Confira outras postagens:

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