Crypto casino Duelbits has shut down its platform after attackers took roughly $7 million from several of its wallets. In the Duelbits crypto hack, the stolen assets were moved across four blockchains, and most of them were then converted into Ether.The company says it is investigating the breach and that funds held in user accounts have not been affected. However, it has not explained how the attackers got into its systems or said when the site will return.
How the Duelbits Cyberattack Unfolded
Blockchain security research firm Scam Sniffer first flagged a series of unusual transfers out of Duelbits wallets on BNB Chain, Ethereum and Tron. Later, it spotted a further loss of 8.1 BTC from the casino's Bitcoin wallet.All the affected wallets were hot wallets. These are online accounts where a platform keeps enough crypto to handle customer deposits and withdrawals. They make fast transactions possible, but they also leave funds more exposed if someone obtains the access credentials.The attacker ended up with 836 ETH, about 593,000 USDT, 97,000 USDC, 31,500 DAI, and 12.4 billion SHIB.
Confirming a ~$7M hack. Still investigating exactly what happened and how.Until we have clarity, Duelbits stays offline. User funds are safe.Next steps: finish the investigation, re-top hot wallets, and bring Duelbits back online, launch Duelbits 2.0.I'll keep posting updates as I have them.Duelbits will be back up asap.Updates to follow"
Joe said the platform would stay offline until the investigation is finished and the hot wallets have been refilled. No one has independently verified his claim that user funds are safe.
Compromised Private Key Suspected
The wallets were emptied quickly and on a large scale, which leads Scam Sniffer to suspect that a private key was compromised. A private key is the master credential for a crypto wallet. Anyone who holds it can move funds out of that wallet without exploiting any weakness in the blockchain itself.Duelbits has not confirmed this explanation.
Stolen Funds From Duelbits Cyberattack Swapped Into Ether
Most of the stolen tokens were exchanged for Ether and gathered in a single address. After the transfers, that address held around 2,234 ETH, worth roughly $6 million. When the funds were traced, they had not moved any further.Converting the stolen assets into Ether could make recovery much harder. The companies behind USDT and USDC can freeze those tokens. Ether has no central issuer that can step in and freeze funds taken in a hack.
Unanswered Questions After the Duelbits Crypto Hack
Several important questions remain open. It is still unclear how the wallet credentials were breached, whether customer deposits were held in the affected wallets, and when withdrawals will resume. Duelbits has not addressed these points so far.Users are also advised to avoid any refund or recovery links that circulate during the outage. Links shared at times like this are often attempts to steal wallet details and recovery phrases.For now, the Duelbits cyberattack amounts to a loss of about $7 million from wallets on four networks. Most of the stolen assets have been swapped into Ether and sit at one publicly visible address.
O Adform, uma importante plataforma de publicidade, permaneceu comprometido por aproximadamente 24 horas (desde o fim do dia 26 de julho até a noite de 27 de julho) após ser alvo de um ataque por invasores desconhecidos. Poucas pessoas fora do setor conhecem o nome, mas o Adform veicula cerca de 1,5 bilhão de impressões de anúncios todos os dias em dezenas de milhares de sites. Isso significa que qualquer pessoa que visitasse um site que veiculasse anúncios do Adform poderia ter sido alvo do ataque.
Os invasores não estavam tentando instalar malware. Em vez disso, eles executaram um script no navegador da vítima que verificava a área de transferência a cada três segundos. Se detectasse que um endereço de carteira de criptomoedas havia sido copiado, o script o substituía pelo endereço de carteira dos invasores. Assim, se alguém tivesse um site com o anúncio malicioso aberto em uma guia do navegador e estivesse realizando uma transação com criptomoedas em outra guia ou em um aplicativo dedicado, os fundos poderiam acabar nas mãos dos invasores. Os responsáveis pelo Adform detectaram o ataque e corrigiram o problema, mas não há garantia de que um incidente semelhante não volte a acontecer. Por isso, todos os usuários devem se proteger contra publicidade maliciosa. Confira nossas dicas no final desta postagem.
O que sabemos sobre o ataque ao Adform
Não há muitas informações disponíveis, pois a declaração oficial da empresa aborda apenas o que aconteceu e quando, sem explicar a causa do incidente. Uma pesquisa independente revelou detalhes técnicos sobre como usuários comuns foram alvo do ataque, mas nada disso explica como o próprio Adform foi invadido inicialmente.
O que está claro é que os invasores inseriram seu próprio código no JavaScript carregado em todos os sites que veiculavam anúncios do Adform. Sempre que um anúncio estava prestes a ser exibido, o script era carregado do servidor do Adform, selecionava o anúncio correto e o exibia. No entanto, os invasores haviam acrescentado um conjunto de funções maliciosas: monitorar a área de transferência, enviar ao próprio servidor dados sobre o site em que o ataque ocorreu e o endereço IP da vítima, além de substituir endereços de carteiras de Bitcoin, Ethereum e Tron.
Para que o ataque funcionasse, bastava uma guia do navegador aberta com qualquer site que veiculasse anúncios do Adform. Não importava o tipo de site, a aparência do anúncio ou a qual anunciante ele pertencia. A única coisa que importava era se o site usava HTTP ou HTTPS. Segundo o Adform, o ataque não poderia ser realizado em um site carregado por HTTPS, pois, nesse caso, a conexão com o servidor dos invasores era bloqueada.
A empresa não divulgou informações sobre quantos usuários foram afetados nem sobre quantos sites ainda veiculam conteúdo e anúncios por HTTP.
Anúncios maliciosos fazem parte do nosso dia a dia
Infelizmente, anúncios on-line perigosos se tornaram um problema sistêmico. E não estamos falando apenas de anúncios de suplementos de procedência duvidosa ou de jogos de azar. Estamos falando de anúncios que disseminam malware ou levam a sites criados para roubar dados de pagamento e outras informações valiosas. Os invasores construíram uma infraestrutura em escala industrial para realizar esse tipo de ataque e utilizam diversas abordagens.
• Sequestro das contas de anúncios de marcas legítimas e respeitáveis. Basta roubar a senha de alguém da equipe de marketing. A partir daí, os cibercriminosos veiculam anúncios se passando pela empresa que invadiram e promovendo atualizações falsas de aplicativos, promoções fraudulentas e golpes semelhantes. Nos piores casos, como nas invasões de contas da adtech.de e da adxpansion.com, os invasores conseguiram veicular anúncios que redirecionavam as vítimas diretamente para a instalação automática de malware (downloads drive-by).
• Comprar anúncios diretamente. Isso mesmo. Os invasores simplesmente criam suas próprias contas de anunciante e veiculam anúncios para seus sites de phishing e malware, como qualquer outra empresa na Internet.
Como os anúncios aparecem praticamente em todos os lugares, em sites, aplicativos e redes sociais, essas ameaças podem surgir em praticamente qualquer contexto. E existem variações dessa ameaça tanto em computadores quanto em dispositivos móveis.
• Use um serviço de DNS seguro com filtragem de conteúdo integrada. Eles são eficazes no bloqueio da maioria das redes de anúncios conhecidas. A ideia é simples: sempre que seu dispositivo tenta se conectar a um servidor, o serviço DNS bloqueia solicitações para domínios de anúncios conhecidos. Isso desativa os anúncios em todos os lugares de uma só vez: em smart TVs, em todos os navegadores e em aplicativos para dispositivos móveis. Alguns provedores de Internet oferecem esse serviço, mas uma solução mais simples e universal é configurar o DNS seguro no roteador da sua casa seguindo nosso guia.
• Ative os bloqueadores de anúncios e rastreadores em sua solução completa de cibersegurança. Recomendamos Kaspersky Premium, que chama esse recurso de Antibanner. Esse tipo de proteção é especialmente importante durante viagens, pois o DNS seguro pode causar problemas de conexão em hotéis, restaurantes e aeroportos.
• Use proteção para o navegador. Um software de segurança básico pode impedir o download e a execução de um malware de roubo de dados, mas um pequeno script, como o usado no ataque ao Adform, ainda pode passar despercebido. Para se proteger contra esse tipo de ameaça, use uma solução capaz de analisar o que realmente está acontecendo no navegador. No Kaspersky Premium, esse recurso é oferecido pela extensão de navegador Kaspersky Protection. Ela protege contra a coleta de dados on-line, bloqueia banners de anúncios, protege seus pagamentos, protege o que você digita e bloqueia ataques de phishing.
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