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OpenMatter Network Calls on Enterprise Leaders to Rethink AI Security Before the Next Rogue AI Crisis
Pulse Security Debuts Operational Management Platform Built for Security Leaders
Greenhat Announces Successful Delegation at Web Summit Vancouver 2026
OpenMatter Network Joins HOL Initiative to Help Define Standards for Verifiable AI Collaboration and Security
Insignary Closes SBOM Accuracy Gap With Binary-Level Clarity for Regulatory Risk
Reflectiz to Host Webinar, Joined by Taboola, on Securing Third-Party Marketing in the AI Era
OpenMatter Network Introduces Verifiable Trust Layer for Secure Collaboration and AI Agents
Sunil Varkey Joins Hexaware Technologies as EVP & CISO

Sunil Varkey to Lead Cybersecurity Strategy at Hexaware Technologies
In his new role, Sunil Varkey will oversee key areas including information security governance, enterprise risk management, and resilience initiatives. His responsibilities align with Hexaware Technologies' broader technology and growth objectives as the company continues to support large-scale digital transformation programs for clients worldwide. Hexaware Technologies delivers technology-led services across application development, cloud services, automation, data analytics, and enterprise IT operations. The company serves organizations across multiple industries and supports digital modernization initiatives at scale. Varkey's appointment comes as organizations continue to focus on strengthening cybersecurity programs and managing digital risks across increasingly complex technology environments.More Than 30 Years of Cybersecurity Leadership Experience
Varkey brings over 30 years of experience in cybersecurity leadership spanning banking, telecommunications, IT services, manufacturing, and enterprise technology sectors. His professional experience extends across India, the Middle East, and the United States. His areas of expertise include cybersecurity governance, risk and compliance (GRC), security architecture, incident response, DevSecOps, cloud security, privacy management, cyber defense, business continuity management, security operations, and AI security. Prior to joining Hexaware Technologies, Varkey served as Cyber Security Consultant and Advisor at TAHAKOM in Riyadh, Saudi Arabia, from June 2023 to March 2025. In that role, he worked alongside the organization's CISO to enhance cybersecurity resilience and strengthen security posture. Before TAHAKOM, he held the position of Vice President and Chief Technology Officer for EMEA and APJ at Forescout Technologies Inc. between April 2021 and November 2022. Based in Dubai, he focused on IT/OT security strategy, enterprise cybersecurity advisory services, and product positioning across global markets.Leadership Roles Across Global Organizations
Between March 2020 and January 2021, Varkey served as Managing Director and Global Head of Cyber Security Assessments and Testing at HSBC in Hyderabad. He led a team of approximately 300 professionals responsible for penetration testing, threat modeling, vulnerability management, and third-party security risk assessments. Earlier, from December 2018 to February 2020, he worked as CTO and Security Strategist for the Middle East, Africa, and Eastern Europe region at Symantec. His responsibilities included developing cybersecurity strategies for enterprise, government, industrial, and financial sector organizations. His career also includes senior leadership positions such as Global CISO at Wipro, CISO for Security and Privacy at Idea Cellular, and Vice President of Security Engineering at Barclays. Additionally, he held global security leadership roles at GE Capital, Genpact, Paramount Computer Systems, and other multinational organizations.Focus on Governance, Risk Management, and Enterprise Resilience
Throughout his career, Varkey has overseen cybersecurity functions covering governance, compliance, strategy, security engineering, incident response, privacy, cloud security, cyber defense, and enterprise resilience. His experience includes leading security programs for organizations with large-scale user bases and complex operational environments. At Wipro, he served as Global CISO for a technology company supporting more than 200,000 end users. At Idea Cellular, he led security and privacy initiatives for a telecom operator with approximately 120 million subscribers. With his appointment, Hexaware Technologies adds a cybersecurity leader with extensive experience in building and scaling security programs across global enterprises. The move underscores the company's continued focus on strengthening cybersecurity operations, governance frameworks, and digital risk management capabilities as part of its ongoing technology initiatives.Serviços financeiros em risco: os ataques de DDoS estão maiores, mais longos e mais complexos, segundo uma pesquisa da Akamai
Os cibercriminosos agora visam os serviços financeiros mais do que qualquer outro setor para ataques de negação de serviço distribuída (DDoS) na web e em APIs (camadas 3 e 4), revela a Akamai (NASDAQ: AKAM) em seu relatório State of the Internet (SOTI) intitulado AI-Empowered Botnets and API Visibility Gaps: Attack Trends in Financial Services. As descobertas revelam uma mudança perigosa à medida que hacktivistas pró-Irã e bots impulsionados por IA usam táticas de DDoS para interromper serviços bancários online, sistemas de pagamento e aplicações críticas.
Impulsionada por infraestruturas alimentadas por IA, a duração média dos ataques globais de DDoS das camadas 3 e 4 direcionados ao setor de serviços financeiros aumentou 738% desde 2024. Isso mostra que, embora a transformação digital tenha permitido avanços como serviços bancários online e pagamentos em tempo real, ela também facilitou as invasões.
Algumas descobertas importantes do relatório:
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Entre os líderes de serviços financeiros entrevistados no Estudo sobre o impacto da segurança de APIs de 2026, 96% relataram pelo menos um incidente com a segurança de APIs nos últimos 12 meses, o índice mais alto entre todos os setores.
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Em 2025, 60% do total de ataques na web e 83% das incursões contra pontos de extremidade de APIs visaram serviços bancários.
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Quase 80% das instituições financeiras enfrentaram ataques de ransomware nos últimos dois anos, mas menos da metade adotou tecnologias avançadas de segurança.
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A atividade avançada de bots aumentou 147% no final de 2025 e, em um estudo de caso, impressionantes 96% de todo o tráfego de websites foram identificados como bots de scraping mal-intencionados.
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Os métodos de ataques cibernéticos contra serviços financeiros variam significativamente de acordo com a região: a EMEA é o principal alvo de DDoS das camadas 3 e 4 (62%), a APAC é a mais visada por DDoS da camada 7 (52%) e, na América do Norte, os ataques na web são os mais predominantes (44%).
“Os cibercriminosos e hacktivistas continuam impulsionando os ataques de DDoS, transformando-os em uma ameaça constante, e os serviços financeiros estão na mira”, afirma Steve Winterfeld, CISO consultivo da Akamai. “Além disso, os dados mostram que as APIs são cada vez mais visadas, pois a IA não reduz os riscos de segurança tradicionais, ela os amplifica. Felizmente, as organizações de serviços financeiros podem aproveitar as estratégias de segurança e as práticas recomendadas detalhadas neste relatório.”
O relatório também mostra tendências baseadas em dados sobre atividades criminosas, a participação do CISO da FS-ISAC, um destaque de segurança sobre recursos MITRE, um destaque de nuvem sobre as diferenças entre arquiteturas de IA e estratégias práticas de mitigação de ataques de DNS e DDoS.
Já em seu 12º ano, os relatórios SOTI Security da Akamai continuam oferecendo insights críticos sobre tendências de cibersegurança e desempenho na web, extraídos de ataques observados na infraestrutura protetiva de cibersegurança da Akamai, que lida com uma parcela significativa do tráfego global da web.
Sobre a Akamai
A Akamai é a empresa de cibersegurança e computação em nuvem que potencializa e protege negócios online. Nossas soluções de segurança líderes de mercado, inteligência avançada contra ameaças e equipe de operações globais oferecem defesa em profundidade para garantir a segurança de dados e aplicações empresariais em todos os lugares. As abrangentes soluções de computação em nuvem da Akamai oferecem desempenho e acessibilidade na plataforma mais distribuída do mundo. Empresas globais confiam na Akamai para obter a confiabilidade, a escala e a experiência necessárias para expandir seus negócios com confiança. Saiba mais em akamai.com e akamai.com/blog, ou siga a Akamai Technologies no X e no LinkedIn.
Cloud Security Report Finds Fragmented Tools Widening the Cloud Complexity Gap
Halo Security Honored with 2026 MSP Today Product of the Year Award
Brinker Introduces a Novel Approach to Deepfake Detection
West Virginia Gives CISO Greater Authority to Lead Statewide Cybersecurity Program
What happened West Virginia approved legislation that gives the state’s chief information security officer greater authority to lead and standardize cybersecurity efforts across state government. Gov. Patrick Morrisey signed the measure on Thursday. The law directs the state’s Cybersecurity Office, led by Leroy Amos within the Office of Technology, to develop statewide cybersecurity policies and […]
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Collaboration Critical As Geopolitical Pressures, AI Reshape Cybersecurity

Collaboration is more important than ever—and doable—according to the WEF’s Global Security Outlook 2026 report.
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Shift Left Has Shifted Wrong: Why AppSec Teams – Not Developers – Must Lead Security in the Age of AI Coding

Narrow “shift left” has failed at AI scale. Move from developer-led fixes to AppSec-managed automation that triages findings and delivers tested pull-request fixes so teams can safely manage AI-generated code.
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How vCISO Services Reduce Cyber Risk Without Increasing Costs?
Smaller organizations are increasingly under attack, with ransomware emerging as the dominant threat. According to the Verizon 2025 Data Breach Investigations Report, ransomware was involved in 88% of breaches affecting small and medium-sized enterprises (SMEs), compared to 39% among large enterprises. Such incidents can disrupt operations, expose sensitive information, and drive up recovery costs. Despite […]
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Quais são os termos de cibersegurança que sua equipe gestora pode estar interpretando incorretamente | Blog oficial da Kaspersky
Para implementar programas eficazes de cibersegurança e manter a equipe de segurança profundamente integrada a todos os processos de negócios, o CISO precisa demonstrar regularmente o valor desse trabalho para a alta administração. Isso requer fluência na linguagem dos negócios, porém, uma armadilha perigosa espreita os mais desavisados. Profissionais de segurança e executivos geralmente usam as mesmas palavras, mas para coisas totalmente diferentes. Às vezes, vários termos semelhantes são usados de forma intercambiável. Assim, talvez não fique muito claro para a alta administração quais são as ameaças que a equipe de segurança está tentando mitigar, qual é o nível real de ciber-resiliência da empresa ou onde o orçamento e os recursos estão sendo alocados. Portanto, antes de apresentar painéis elegantes ou calcular o ROI dos programas de segurança, vale a pena esclarecer essas importantes nuances terminológicas.
Ao esclarecer esses termos e construir um vocabulário compartilhado, o CISO e o conselho de administração podem melhorar significativamente a comunicação e, em última análise, fortalecer a postura de segurança geral da organização.
Por que o vocabulário de cibersegurança é importante para a gestão
As interpretações variadas dos termos representam mais do que uma simples inconveniência, e as consequências podem ser bastante significativas. A falta de clareza em relação aos detalhes pode levar a:
- Investimentos mal alocados. A administração pode aprovar a compra de uma solução de confiança zero sem perceber que, na prática, isso é apenas parte de um programa mais abrangente, de longo prazo e com um orçamento significativamente maior. O dinheiro é gasto, mas os resultados esperados pela equipe gestora nunca são alcançados. Da mesma forma, em relação à migração para a nuvem, a equipe gestora pode supor, num primeiro momento, que essa solução transfere automaticamente toda a responsabilidade de segurança ao provedor e, então, num segundo momento, o orçamento de segurança da nuvem é rejeitado.
- Aceitação cega do risco. As lideranças das unidades de negócios podem aceitar os riscos de cibersegurança sem ter uma compreensão completa do impacto potencial.
- Falta de governança. Sem entender a terminologia, a administração não pode fazer as perguntas certas, ou mesmo as mais difíceis, ou ainda, atribuir as áreas de responsabilidade de forma eficaz. Quando ocorre um incidente, muitas vezes os proprietários de negócios acreditam que a segurança estava inteiramente sob responsabilidade do CISO, enquanto o CISO, na verdade, não tinha autoridade para influenciar os processos de negócios.
Ciber-risco x risco de TI
Muitos executivos acreditam que a cibersegurança é uma questão puramente técnica que pode ser repassada à equipe de TI. Embora a importância da cibersegurança para os negócios seja indiscutível e os incidentes cibernéticos tenham sido classificados como um dos principais riscos para os negócios, pesquisas mostram que muitas organizações ainda não conseguem envolver as lideranças sem perfil técnico nas discussões sobre cibersegurança.
Os riscos de segurança da informação geralmente são tratados de maneira conjunta com as preocupações de TI, como tempo de atividade e disponibilidade do serviço. Na realidade, o ciber-risco é um risco estratégico de negócios, ligado à continuidade, às perdas financeiras e aos danos à reputação.
Por outro lado, os riscos de TI geralmente são de natureza operacional, afetando a eficiência, a confiabilidade e o gerenciamento de custos. Em linhas gerais, a resposta a incidentes de TI é tratada inteiramente pela equipe de TI. Os principais incidentes de cibersegurança, no entanto, têm um escopo muito mais amplo: exigem o envolvimento de quase todos os departamentos e têm um impacto de longo prazo na organização sob vários aspectos, inclusive no que diz respeito à reputação, conformidade regulatória, relacionamento com o cliente e saúde financeira geral.
Conformidade x segurança
A cibersegurança está integrada aos requisitos regulatórios em todos os níveis, isto é, desde as diretivas internacionais, como NIS2 e GDPR, até as diretrizes do setor para transferência de dados além das fronteiras, como PCI DSS, além de imposições departamentais específicas. Assim, a equipe gestora da empresa geralmente percebe as medidas de cibersegurança como caixas de seleção de conformidade, acreditando que, uma vez que os requisitos regulatórios sejam atendidos, os problemas de cibersegurança poderão ser considerados resolvidos. Essa mentalidade pode ser fruto de um esforço consciente para minimizar os gastos com segurança (a administração acredita que não precisa fazer mais do que o necessário) ou advir de um mal-entendido sincero (a empresa está passando por uma auditoria ISO 27001, por isso não acredita que haja possibilidade de ser hackeada).
Na realidade, a conformidade está atendendo aos requisitos mínimos de auditores e reguladores governamentais em um momento específico. Infelizmente, o histórico de ciberataques em larga escala em grandes organizações prova que os requisitos “mínimos” são chamados assim por um motivo. Para uma proteção real contra ciberameaças modernas, as empresas devem melhorar continuamente suas estratégias e medidas de segurança de acordo com as necessidades específicas de um determinado setor.
Ameaça, vulnerabilidade e risco
Esses três termos são frequentemente usados como sinônimos, o que leva a conclusões errôneas feitas pela equipe gestora. Eis o raciocínio: “Há uma vulnerabilidade crítica no nosso servidor? Isso significa que se trata de um risco crítico!” Para evitar o pânico ou, inversamente, a inércia, é essencial usar esses termos com precisão e entender como eles se relacionam entre si.
Uma vulnerabilidade é uma fraqueza, ou seja, uma “porta aberta”. Isso significa que pode haver uma falha no código do software, um servidor configurado incorretamente, uma sala de servidores desbloqueada ou um funcionário que abre todos os anexos de e-mail.
Uma ameaça é algo que pode causar um incidente. A causa pode ser um agente malicioso, um malware ou até mesmo um desastre natural. Uma ameaça é o fator que pode “atravessar aquela porta aberta”.
O risco é a possível perda. É a avaliação cumulativa da probabilidade de um ataque bem-sucedido e o que a organização pode perder como resultado disso (o impacto).
As conexões entre esses elementos são melhor explicadas por meio de uma fórmula simples:
Risco = (ameaça × vulnerabilidade) × impacto
Isso pode ser ilustrado da seguinte forma. Imagine que uma vulnerabilidade crítica com uma classificação de gravidade máxima seja descoberta em um sistema desatualizado. No entanto, esse sistema está desconectado de todas as redes, fica em uma sala isolada e está sendo gerenciado por apenas três profissionais competentes. A probabilidade de um invasor alcançar o sistema é próxima de zero. Por outro lado, a falta de autenticação de dois fatores nos sistemas de contabilidade cria um risco real e elevado, resultante de uma alta probabilidade de ataque e de um possível dano significativo.
Resposta a incidentes, recuperação de desastres e continuidade dos negócios
A percepção da equipe gestora sobre as crises de segurança muitas vezes é simplista. Eis o raciocínio: “Se formos atingidos por um ransomware, bastará ativar o plano de recuperação de desastres de TI e fazer a restauração por meio do backup”. No entanto, combinar esses conceitos e também os processos é extremamente perigoso.
A resposta a incidentes (IR) é de responsabilidade da equipe de segurança ou de contratados especializados. O trabalho dessas equipes é localizar a ameaça, expulsar o invasor da rede e impedir que o ataque se espalhe.
A recuperação de desastres (DR) é uma tarefa de engenharia de TI. É o processo de restauração de servidores e dados de backups após a conclusão da resposta ao incidente.
A continuidade dos negócios (BC) é uma tarefa estratégica para a alta administração. Ela consiste em um plano, ou seja, a maneira como a empresa continuará atendendo clientes, enviando mercadorias, pagando compensações e mantendo o diálogo com a imprensa enquanto os sistemas principais ainda estiverem off-line.
Se a equipe gestora se concentrar apenas na recuperação, a empresa não terá um plano de ação para o período mais crítico de tempo de inatividade.
Conscientização sobre segurança x cultura de segurança
As lideranças em todos os níveis supõem algumas vezes que a simples realização de treinamentos de segurança garante resultados. Eis o raciocínio: “Os funcionários passaram no teste anual, então, agora, eles não clicarão em um link de phishing”. Infelizmente, contar apenas com treinamentos organizados pelas equipes de RH e de TI não será o suficiente. A eficácia requer a mudança de comportamento da equipe, o que é impossível sem o envolvimento da equipe gestora do negócio.
Conscientização é conhecimento. Um profissional sabe o que é phishing e entende a importância de senhas complexas.
A cultura de segurança tem a ver com padrões comportamentais. É aquilo que um funcionário faz em uma situação estressante ou quando ninguém está olhando. A cultura não é moldada por testes, mas por um ambiente onde o relato de erros é seguro, e a identificação e a prevenção de situações possivelmente perigosas são práticas comuns. Se um profissional teme a punição, ele ocultará um incidente. Em uma cultura saudável, um e-mail suspeito será encaminhado para o SOC, ou ainda, alguém que esquece de bloquear o computador receberá um toque do colega, o que acaba gerando um vínculo ativo na cadeia de defesa.
Detecção x prevenção
As lideranças empresariais muitas vezes pensam de forma ultrapassada, como uma “muralha da fortaleza”: “Compramos sistemas de proteção caros, portanto, não deve haver nenhuma maneira de sermos hackeados. Se ocorrer um incidente, isso significa que o CISO falhou”. Na prática, impedir 100% dos ataques é tecnicamente impossível e inviável do ponto de vista econômico. A estratégia moderna é construída sobre um equilíbrio entre a cibersegurança e a eficácia dos negócios. Em um sistema equilibrado, os componentes focados na detecção e prevenção de ameaças funcionam em conjunto.
A prevenção desvia ataques automatizados em massa.
O Detection and Response ajuda a identificar e neutralizar ataques mais profissionais e direcionados que conseguem contornar as ferramentas de prevenção ou explorar vulnerabilidades.
Atualmente, o principal objetivo da equipe de cibersegurança não é garantir a invulnerabilidade total, mas detectar um ataque em um estágio inicial e minimizar o impacto nos negócios. Para mensurar o sucesso aqui, o setor normalmente usa métricas, como tempo médio de detecção (MTTD) e tempo médio de resposta (MTTR).
Filosofia de confiança zero x produtos de confiança zero
O conceito de confiança zero, que implica “nunca confiar, sempre verificar” para todos os componentes da infraestrutura de TI, há muito tempo é reconhecido como relevante e eficaz para a segurança corporativa. Ele requer a verificação constante de identidade (contas de usuário, dispositivos e serviços) e contexto para cada solicitação de acesso de acordo com a suposição de que a rede já foi comprometida.
No entanto, a presença de “confiança zero” no nome de uma solução de segurança não significa que uma organização pode adotar essa abordagem da noite para o dia simplesmente comprando o produto.
A confiança zero não é um produto que se pode “ativar”, mas sim uma estratégia arquitetônica e uma jornada de transformação de longo prazo. A implementação da confiança zero requer a reestruturação dos processos de acesso e o refinamento dos sistemas de TI para garantir a verificação contínua da identidade e dos dispositivos. Comprar software sem alterar os processos não terá um efeito significativo.
Segurança da nuvem x segurança na nuvem
Ao migrar os serviços de TI para a infraestrutura em nuvem, como AWS ou Azure, muitas vezes existe a ilusão de que ocorrerá uma transferência de risco total. Eis o raciocínio: “Pagamos ao provedor, então, agora, a segurança será uma dor de cabeça para eles”. Esse raciocínio é equivocado e perigoso, pois se trata de uma interpretação errônea daquilo que é conhecido como o Modelo de responsabilidade compartilhada.
A segurança da nuvem é responsabilidade do provedor. Ele protege os data centers, os servidores físicos e o cabeamento.
A segurança na nuvem é responsabilidade do cliente.
As discussões sobre orçamentos para projetos em nuvem e seus aspectos de segurança devem ser acompanhadas por exemplos da vida real. O provedor protege o banco de dados contra acesso não autorizado de acordo com as configurações feitas pelos funcionários do cliente. Se os funcionários deixarem um banco de dados aberto ou usarem senhas fracas, ou ainda, se a autenticação de dois fatores não estiver ativada para o painel do administrador, o provedor não poderá impedir que indivíduos não autorizados baixem as informações: um tipo de notícia muito comum. Portanto, o orçamento para esses projetos deve levar em conta as ferramentas de segurança em nuvem e o gerenciamento de configuração feito pela empresa.
Verificação de vulnerabilidades x teste de penetração
As lideranças geralmente confundem as verificações automatizadas, que se enquadram na higiene cibernética, com a avaliação de ativos de TI quanto à resiliência contra ataques sofisticados. Eis o raciocínio: “Por que pagar aos hackers por um teste de penetração quando executamos o verificador toda semana?”
A verificação de vulnerabilidades analisa uma lista específica de ativos de TI com o objetivo de encontrar vulnerabilidades conhecidas. Para simplificar, é como se um segurança estivesse fazendo a ronda para verificar se as janelas e portas do escritório estão trancadas.
O teste de penetração (pentesting) é uma avaliação manual para avaliar a possibilidade de uma violação no mundo real, explorando vulnerabilidades. Para continuar a analogia, é como contratar um ladrão experiente para tentar invadir o escritório.
Um não substitui o outro, e para entender sua verdadeira postura de segurança, uma empresa precisa das duas ferramentas.
Ativos gerenciados x superfície de ataque
Um equívoco comum e perigoso diz respeito ao escopo da proteção e à visibilidade geral mantida pelas equipes de TI e de segurança. Eis um chavão comum nas reuniões: “A lista de inventário do nosso hardware é precisa. Estamos protegendo tudo o que possuímos”.
Os ativos gerenciados de TI são os itens que o departamento de TI comprou, configurou e consegue visualizar em seus relatórios.
Uma superfície de ataque é qualquer coisa acessível aos invasores: qualquer possível ponto de entrada na empresa. Isso inclui Shadow IT (serviços em nuvem, aplicativos de mensagens pessoais, servidores de teste, etc.), que, basicamente, é qualquer método que os funcionários usam para burlar os protocolos oficiais a fim de acelerar ou simplificar o trabalho. Muitas vezes, são esses os ativos “invisíveis” que se tornam o ponto de entrada para um ataque, pois a equipe de segurança não pode proteger aquilo que desconhece.




CISOs drive the intersection between cyber maturity and business continuity
The modern corporate landscape is marked by rapid digital change, heightened cybersecurity threats and an evolving regulatory environment. At the nexus of these pressures sits the chief information security officer (CISO), a role that has gained newfound influence and responsibility.
The recent Deloitte Global Future of Cyber Survey underscores this shift, revealing that “being more cyber mature does not make organizations immune to threats; it makes them more resilient when they occur, enabling critical business continuity.” High-cyber-maturity organizations increasingly integrate cybersecurity risk strategies, security practices and trust-building approaches into their business and technology transformations. And it’s all enabled by a cyber-savvy C-suite and influential CISOs.
Let’s explore how cyber maturity enhances resilience, why cyber is now being integrated into broader business budgets and what organizations can do to bolster their business continuity.
The expanding role of CISOs in corporate strategy
Historically, CISOs were typically siloed within the IT department, focusing on technical and operational aspects of cybersecurity. However, as threats have evolved, so has the role of the CISO. According to Deloitte’s report, about one-third of organizations have seen a significant increase in CISO involvement in strategic conversations about business-critical technology decisions. Furthermore, approximately one in five CISOs now report directly to the CEO, marking a shift toward greater business alignment and visibility. This expanded role places CISOs alongside other senior leaders to guide decisions on digital transformation, cloud security, and supply chain resilience.
Emily Mossburg, Deloitte’s global cyber leader, notes that “many boards and C-suites now require or need further knowledge into potential threats, security vulnerabilities, risk scenarios and actions needed for greater resilience.” CISOs are increasingly tasked with not only understanding these complex cyber landscapes but also translating them into language that senior leadership and boards can act upon.
Cybersecurity as an integral business strategy
In high-cyber-maturity organizations, cybersecurity is embedded across operations, facilitating a seamless alignment between risk management and business goals. According to Deloitte, these organizations are more resilient when incidents occur, enabling critical business continuity by preparing for and swiftly responding to cyber threats. This proactive integration is not limited to IT. It extends into every function that touches digital infrastructure — from operations and finance to customer experience and product innovation.
In modern digitally interconnected ecosystems, a cyber incident affecting one partner could impact the entire supply chain. High-cyber-maturity organizations anticipate these risks by establishing protocols and response measures that enable them to recover quickly, ensuring continuity across all critical operations. Companies with lower cyber maturity, on the other hand, face longer recovery times and can suffer more severe impacts on their revenue, brand reputation and operational capabilities.
This integration of cybersecurity into broader strategic goals reflects a more nuanced understanding of cyber resilience. Instead of viewing cybersecurity solely as a cost center, leaders increasingly recognize it as a foundational element of business value and continuity. This understanding translates into better allocation of resources and a more balanced approach to cyber risk management.
Explore cybersecurity servicesEvolving cybersecurity budgets
As cybersecurity gains prominence within business strategy, budget allocations are changing to reflect its importance across multiple areas. Deloitte’s findings indicate that many organizations are beginning to integrate cybersecurity spending with other budgets, such as digital transformation, IT programs and cloud investments. This shift acknowledges the cross-functional impact of cybersecurity, particularly in organizations with complex, interconnected digital ecosystems.
The trend is mirrored by a recent IANS and Artico Search survey, which reported an 8% increase in cybersecurity spending this year, up from 6% in 2023. While modest, this increase suggests that organizations recognize the need for sustained investment in cyber resilience to keep pace with emerging threats, especially as AI and automation reshape the cyber landscape.
Integrating cybersecurity with broader budgets also aligns with the CISO’s role in risk quantification and value communication. Techniques such as the FAIR (Factor Analysis of Information Risk) model allow CISOs to translate cybersecurity risks into financial metrics, making it easier to justify investments and demonstrate ROI to the C-suite.
Navigating regulatory mandates and disclosure requirements
Regulatory mandates are also shaping the evolving role of the CISO and cybersecurity’s integration into corporate strategy. With the U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) now requiring companies to disclose material cyber incidents and provide insights into their cyber strategy, CISOs are under pressure to ensure regulatory compliance. This disclosure requirement applies to both U.S.-based and foreign companies trading on U.S. markets, reinforcing cybersecurity’s critical role across global business operations.
The SEC’s regulatory emphasis on transparency has heightened the importance of cybersecurity within boardrooms, leading senior executives to turn to CISOs for guidance on managing risks and compliance. Beyond U.S. markets, regulatory authorities worldwide are implementing frameworks and standards that require companies to report cyber incidents, particularly as ransomware and other cyberattacks have grown more prevalent. In addition to regulatory compliance, the reputation and operational continuity tied to regulatory adherence have pushed CISOs to develop comprehensive cybersecurity strategies that align with overall business goals.
Steps to building a cyber-resilient organization
High-cyber-maturity organizations demonstrate that integrating cybersecurity into business strategy requires more than technical defenses; it demands a multi-dimensional approach encompassing governance, culture and operational resilience. Here are several key areas where organizations can focus to build a cyber-resilient structure:
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Leadership and governance: Effective cybersecurity governance starts at the top. Organizations should establish clear reporting structures where CISOs communicate directly with the CEO or board. This positioning emphasizes cybersecurity’s strategic importance and enables informed decision-making at the highest levels.
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Risk management practices: Proactive risk management means identifying, assessing and mitigating cyber risks in line with business objectives. High-cyber-maturity organizations use both quantitative and qualitative methods to understand and prioritize risks, creating a structured approach to vulnerability management that could impact operations.
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Incident response and recovery: Resilient organizations are not just prepared for incidents; they are equipped to recover swiftly and minimize impact. Robust incident response plans, regularly tested and updated, are essential for ensuring that organizations can maintain continuity even amid significant cyber events. These plans should involve cross-functional teams and clear communication channels to coordinate an efficient response.
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Continuous improvement and innovation: Cybersecurity is a dynamic field where continuous improvement is critical. Organizations should prioritize regular evaluations and updates to their cybersecurity measures, allowing them to stay ahead of evolving threats. As AI, automation and other technologies emerge, adopting them to enhance cybersecurity capabilities—such as anomaly detection and automated incident response — can further boost resilience.
CISOs take the lead
In the evolving landscape of cyber threats, the role of the CISO is becoming more integral to organizational resilience and business continuity. High-cyber-maturity organizations are leading the way, integrating cybersecurity into their strategic goals and recognizing that it is not merely an IT function but a business-critical priority. By aligning cybersecurity spending with broader business budgets, they can enhance resilience and drive long-term value.
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The 5 most impactful cybersecurity guidelines (and 3 that fell flat)
The best cybersecurity guidelines have made a huge difference in protecting data from theft and compromise, both in the United States and around the world.
These guidelines are comprehensive sets of recommended practices, procedures and principles designed to help organizations and individual people safeguard their digital assets, systems and data from malicious attacks. They can cover a wide range of practices and exist in part to collect and share best practices and strategies based on industry standards and expert knowledge. Crucially, they’re frequently updated to address evolving threats and technological advancements.
Truly effective cybersecurity guidelines serve as a roadmap for maximizing security. They are comprehensive, addressing both technical and organizational aspects. They come with clear governance structures, detailed implementation plans and the flexibility to adapt. And they recognize the importance of the human element, focusing on user empowerment and education rather than assuming and criticizing user ignorance.
However, not all cybersecurity guidelines are created equal. The least effective practices tend to overemphasize technology at the expense of human factors, neglect usability considerations, fail to address operational aspects or lack provisions for continuous assessment and improvement.
Here are the five cybersecurity guidelines that have made the biggest positive impact and three that could use some work.
1. NIST CSF
The National Institute of Standards and Technology (NIST) Cybersecurity Framework (CSF) is one of the most effective and influential cybersecurity guidelines. One reason for that is that it’s comprehensive and built around five core functions: identify, protect, detect, respond and recover. This structure provides organizations with a holistic view of cybersecurity risk management, ensuring that all critical aspects are addressed.
The NIST CSF evolved over three main iterations: Version 1.0 was initially released in 2014, followed by a minor update to Version 1.1 in 2018 and a major overhaul with Version 2.0 in 2024.
It’s also flexible. Organizations of all sizes and across various sectors can readily adapt the framework to their specific needs, making it widely applicable.
2. ISO 27001
The ISO 27001 standard has made a big difference in global cybersecurity due to its highly systematic approach and emphasis on continuous improvement. It offers a structured methodology for identifying, assessing and treating information security risks. As an internationally recognized standard, ISO 27001 certification is respected across various industries and borders.
3. CIS Controls
The Center for Internet Security (CIS) Controls have become widely adopted as a practical and effective set of cybersecurity guidelines. The guidelines are characterized by prioritized actions, addressing the most critical security measures and helping organizations allocate resources efficiently. The framework’s tiered implementation allows organizations to tailor their strategy based on size and cybersecurity maturity. CIS regularly updates the controls to address emerging threats and evolving best practices.
Explore cybersecurity services4. CSA Cloud Controls Matrix
The Cloud Security Alliance (CSA) Cloud Controls Matrix stands out thanks to its cloud-specific focus, addressing the unique security challenges inherent in cloud computing. Its comprehensive coverage spans multiple security domains, including application security, encryption and identity management. The matrix’s interoperability aligns with other major standards and regulations, facilitating compliance across multiple frameworks for organizations.
5. PCI DSS
The Payment Card Industry Data Security Standard (PCI DSS) has greatly improved payment card security despite its industry-specific nature. Organizations handling payment card data must comply with PCI DSS, ensuring widespread adoption. The standard offers detailed and actionable requirements for protecting cardholder data. And it regularly evolves to address emerging threats and technologies in the payment card industry.
Some cybersecurity guidelines haven’t made such an impact
Sadly, some cybersecurity guidelines haven’t been received as fondly as the five listed above. Here’s the cybersecurity guidelines Hall of Shame:
The TSA’s initial pipeline directive
In the wake of the Colonial Pipeline cyberattack, the Transportation Security Administration (TSA) issued its initial pipeline security directive, known as Security Directive Pipeline-2021-01, on May 27, 2021.
The directive aimed to enhance cybersecurity measures for pipeline owners and operators across the United States.
The initial directive mandated several key requirements for pipeline companies. It called for the designation of a Cybersecurity Coordinator who would be available 24/7 to respond to incidents and coordinate with government agencies. Additionally, companies were required to report cybersecurity incidents to the Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) within 12 hours of detection.
Many cybersecurity experts viewed it as hastily implemented and based on inadequate industry consultation. The directive was too prescriptive in some parts and too vague in others, according to critics. And it was slammed as being too inflexible.
The directive was revised and satisfied many of the industry criticisms.
The UN cyber crime treaty
The United Nations finalized and approved a new global cyber crime convention in August, marking a significant milestone in international efforts to combat cyber crime. The treaty is a milestone because it’s the first cyber crime treaty negotiated and accepted by consensus among all UN member states (after three years of negotiations).
But some critics say the treaty would effectively criminalize cybersecurity research, that it’s outdated and overly prescriptive. They say it might actually weaken global cybersecurity.
Draft U.S. cyber reporting rules
The Cybersecurity and Infrastructure Security Agency (CISA) has recently proposed draft rules for cyber incident reporting in the United States, which could impact how critical infrastructure companies report cyberattacks to the federal government.
The draft rules target companies that own or operate systems deemed critical infrastructure by the U.S. government. This includes sectors such as healthcare, energy, manufacturing and financial services. The rules also extend to companies with operations vital to a sector’s functionality, including various service providers.
Some organizations have expressed concern that the reporting requirements may be burdensome (especially to smaller organizations), costly and overlapping with existing requirements.
The National Association of Manufacturers said the rules are overly broad and could affect more than 300,000 entities, casting doubt on whether all target organizations are involved with “critical infrastructure.”
The best cybersecurity guidelines strike the right balance
Cybersecurity guidelines are intended to improve security. And the best ones are vital tools that advance organizations toward that objective. Crafting excellent guidelines requires plentiful industry input, with comprehensive and broad issues covered and plenty of flexibility to allow for different organizational sizes and types.
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